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O SEQUESTRO - Parte 4

- Que loucura, meu Deus, transar com com o irmão do meu namorado! E eu que vivo dizendo que Ricarda é louca. Que ela não saiba da nossa transa, senão nunca mais irá me obedecer...

Sirleide estava deitada, de costas para o chão frio da sua residência, prostrada depois de uma gostosa siririca. Pedro, o irmão de seu namorado, também se recuperava de uma demorada chupada dada por ela. O cara não parecia estar incomodado em ter fodido a pretensa cunhada. Não era a primeira vez que fazia sexo com garotas do seu irmão Paulo. Tinha inveja dele, e costumava dar em cima de suas ex. Como sabia que o casal estava para se separar, segundo as palavras do próprio Paulo, estava se sentindo muito à vontade de ter transado com mais uma. Agradecia aos Céus por não ter esperado nem um dia para ter Sirleide nos braços. A médica não era um primor de mulher, muito cheia de dengos pro gosto dele. Mas o importante era tê-la fodido. Nem fazia questão de possuí-la novamente. O seu objetivo, já havia alcançado. No entanto, claro que não diria isso para ela.

- Conseguiu algo com os telefonemas?

Ele ajeitou-se na poltrona, antes de responder:

- Não. Não encontrei o amigo com quem queria falar. Ele trabalha no Departamento de Trânsito da Polícia, deve ter acesso às câmeras de vídeos das ruas. Mas deixei recado: que ele me ligasse assim que pudesse.

Sirleide levantou-se e disse, enquanto caminhava em direção ao banheiro:

- Vou tomar um banho. Se quiser, há outro banheiro bem ao lado.

- Não podemos tomar banho juntos?

- Não, Pedro, não me faça me arrepender de ter transado contigo. Já disse que gosto muito do teu irmão, e espero que ele nunca saiba que tivemos esse momento de fraqueza. Eu me sentiria uma pessoa execrável.

Pedro não quis insistir no assunto. Na verdade, estava satisfeito. Por ele, o irmão nunca saberia que havia "traçado" a ex-namorada. Levantou-se, também, e caminhou em direção ao banheiro indicado. Seu celular, no entanto, começou a tocar com insistência. Atendeu:

- Diga aí, meu irmão. Recebeu meu recado?

Ficou mudo ao telefone por alguns segundos, depois falou:

- Não, eu preferia que fosse agora. Não quero perder a pista do casal.

Desligou o celular e entrou no box. Sirleide perguntou quem era.

- Meu amigo me ligou. Disse que podemos passar pelo seu gabinete agora. Vai nos dar uma ajuda.

Pouco depois, ambos estavam no prédio do DETRAN. Pedro sabia onde ficava a sala do amigo e foi direto para lá, seguido da médica. Cumprimentou o sujeito e apresentou a cunhada para ele. O cara quis saber o que aconteceu.

Depois das explicações, o sujeito manejou uns controles e apareceu na tela umas imagens de ruas. Num instante, Sirleide reconheceu as cercanias do bar onde estivera naquela noite.

- Sim, foi deste bar que ela desapareceu. Dá para voltar as imagens, para vermos quando ela saiu?

O amigo de Pedro não respondeu. Mas as imagens da tela começaram a passar rápido, até que a médica se reconheceu sentando-se a uma das mesas, com as amigas. Pediu para que se parasse o retrocesso. A partir daí, ela começou a rever sua noitada. Viu claramente quando Ricarda se levantou da mesa, logo após dizer a ela que iria ao sanitário. Não havia imagem dela saindo do bar. De repente, a médica reconheceu o negrão que estava com o loiro conversando em pé com este. Tirou algum dinheiro do bolso e deu ao amigo. Devia estar pagando sua parte da conta. Depois foi embora. Sozinho.

Pedro perguntou, apontando para a tela:

- Foram estes dois, que você disse que ela esteve na mesa deles?

- Sim, foram. Mas estou vendo que ele foi embora sozinho. Meu Deus, onde está minha irmã?

- Será que não continuou no bar, se escondendo de vocês? - Perguntou o amigo do policial Pedro.

- Não, meu irmão a teria achado, se ela ainda tivesse permanecido no bar. - Respondeu este - A menos que ela tivesse se escondido dele.

- É bem possível, - disse Sirleide aperreada - mas ali não havia como ela se esconder. Ah, Senhor, e eu ainda torcia para que ela tivesse saído com o negrão...

- Vamos chegar lá. - Afirmou Pedro - Mas você precisa ter esperanças. Reze a Deus para que eu esteja certo.

- Como assim?

- Enzo, siga o cara com a câmera. Mude as imagens para o estacionamento. - disse o policial ao amigo do DETRAN - acho que entendi a jogada.

Quando o cara fez o que Pedro estava pedindo, logo perceberam o negrão se aproximar de um carro e abrir a porta deste com a chave. Quando se sentou ao volante, deu para se ver claramente que havia alguém no banco do carona. Porém, não dava para distinguir quem fosse. Mas Pedro estava eufórico:

- Te peguei. Agora, Enzo, dê um close na placa do carro. Quero localizar seu proprietário.

Menos de dez minutos depois, o agente do DETRAN entregava uma papelada a Pedro:

- Já sabe, né? Eu nem te vi. Está ciente de que não posso fazer isso que estou fazendo. Vou querer a velha recompensa, tá legal?

- Ok, vou ver se te consigo. Mas não prometo nada. Obrigado, velho amigo. Depois, entro em contato.

E, voltando-se para Sirleide, tocou-a no cotovelo, enquanto dizia:

- Vamos embora. Quero ver se pego esse cara agora mesmo.

Sirleide agradeceu e se despediu do amigo de Pedro, depois seguiu o cunhado em direção ao carro. Quando faziam a volta no veículo, o policial disse:

- Podemos apenas localizar onde estão. Pelo visto, tua irmã foi de livre e espontânea vontade com o negrão e, como você disse que ela é de maior, não posso separá-la do cara se ela não quiser, entendido?

- Se nós a encontrarmos, vou puxá-la para vir comigo. Não quero minha irmã com quem eu nem conheço!

O policial esteve um tempo pensativo, depois disse:

- Então, terá que se virar sozinha. Não vou fazer mais nada contra a Lei. Basta o que já fiz.

Sirleide começou a chorar. Depois, pediu desculpas. Disse que estava muito zangada e aperreada. Mas prometeu fazer tudo que ele mandasse.

Pedro acendeu a luzinha interna do carro e leu os papéis dados pelo amigo. Ali continha o endereço do negrão. Foram direto para lá. Encontraram uma casa modesta, com a luz da sala acesa. O casal desceu do carro e tocou a campainha. Uma jovem morena, muito bonita e gostosona, apareceu na janela gradeada. Perguntou quem era.

- A senhora não nos conhece - avisou o policial - Mas estamos à procura do proprietário do veículo cujos documentos atestam morar nesta residência.

A mulher olhou para ambos, desconfiada, depois saiu da casa e caminhou ao portão. Viu as cópias dos documentos cedidas pelo amigo de Pedro e certificou-se de que pertenciam mesmo ao namorado. Perguntou:

- O que houve? E, pelamordedeus, não mintam para mim...

- O negrão sequestrou minha irmã, e agora estamos à procura dos dois - apressou-se Sirleide em dizer.

- Não é verdade, senhora. Ainda não podemos afirmar isso. O fato é que os dois foram vistos juntos. Estamos querendo informações.

- Tenho certeza de que ele estava no bar às escondidas dela, não estou certa? - Intrometeu-se a médica, de novo, na conversa.

- Meu namorado ligou-me de um bar, dizendo que estava com um amigo lá. Ficou de me apanhar no trabalho, pois largo de madrugada e não apareceu. Como tenho as chaves da casa dele, vim para cá. - explicou a bela morena.

- Pois agora, ele deve estar em algum motel com minha irmã. Não dá para se confiar em homens, não é mesmo?

- Eu confio em meu namorado. Ele não é desses de se enrabichar por qualquer zinha. Deve estar havendo algum mal entendido.

Mas aí, Sirleide já tinha partido pra cima da morena, gritando:

- "Zinha" é você, sua cadela safada. Não ouse esculhambar minha irmã!

- Pare, Sirleide. - Rosnou o policial, afastando a médica da namorada do negrão. Com o puxão no braço, ela perdeu o equilíbrio e caiu com todo corpo, no chão. A própria moça acudiu, para levantá-la. Levou um pontapé de Sirleide que caiu no chão, se contorcendo de dor. O policial acorreu e levou-a nos braços de volta para dentro da residência. A morena começou a vomitar. Gemia:

- Ai... meu Deus... Vou... perder... meu filho...

- O que a senhorita disse? - Perguntou Pedro.

- Ai, meu Deus, ela disse que está grávida. - aperreou-se Sirleide - Deite-a numa cama, que vou socorre-la.

Foi um corre-corre danado. Por sorte, a jovem não abortou. Sirleide havia chutado sua coxa, não sua barriga. Ao cabo de quase uma hora, a morena repousava, fora de perigo. Sirleide estava visivelmente arrependida. Pedro, também.

- Me arrependo de ter tentado te ajudar. Queira Deus que eu não tenha causado um mal pior. E reze para que ela não perca esse filho, senão terei que te denunciar.

Sirleide caiu num pranto de soluçar. Pediu perdão, mas o rapaz não queria saber de conversa. Disse que iria dar só um tempo, depois iria embora. Ela que se virasse para achar a irmã.

- Por favor, Pedro - disse ela entre soluços - não se vá. Faço qualquer coisa para você achar minha irmã.

- Qualquer coisa, mesmo? - Perguntou ele, ainda raivoso.

Ela balançou a cabeça, confirmando. Ele esteve pensativo. Olhou para a morena, que dormia deitada na cama. Então, falou:

- Comece me dando mais uma chupada gostosa. Depois, vou querer comer teu cuzinho...

Ela arregalou os olhos, incrédula com a coragem do cara de se aproveitar da situação. Não esperava por aquilo. Ele já se despia, deixando à mostra seu enorme cacete curvado. Mesmo enojada, ela o chupou. Ele alertou que, se ela o mordesse, levaria uns tapas. A médica arrependeu-se de já ter transado com o cunhado. Mas disse para si mesma que aquela seria a última vez.

Apressou a chupada, torcendo que Pedro ejaculasse logo e deixasse seu cuzinho em paz, mas não teve escapatória. Quando a pica envergada do cara já estava bastante lubrificada de saliva, ele a virou de costas, sem muito zelo. Deixou-a de quatro, com os joelhos massacrados pela dureza do piso de cerâmica, e lambuzou o buraquinho dela com cuspe. Ela apertou as pregas, temerosa de não conseguir aguentar o enorme pau tronxo do cara. A partir daí, ele foi só gentilezas: lambeu seu rabo, bolinou suavemente suas tetas, tocou-lhe uma siririca que fez ela ficar toda molhadinha e, finalmente, tocou seu ânus com o dedo mindinho.

Sirleide espremeu as nádegas, mas não conseguiu ficar assim por muito tempo. Quando relaxou, ele lhe enfiou um dedo mais grosso. Foi fazendo assim, até que lhe introduziu o polegar. Aí, ela já tinha se acostumado com a invasão do seu corpo. Já não lutava mais para que ele parasse com aquilo. Percebendo seu relaxamento, ele lhe introduziu dois dedos, ao mesmo tempo. Ela gemeu demorado, depois empinou a bunda.

Foi quando ele lhe apontou a cabeçorra do pau, depois de esfregar o membro todo na regada, pra cima e pra baixo. Ela já estava ansiosa por ter aquela trolha dentro de si. Gemeu:

- Agora. Vai...

- E ele a segurou com uma mão no caralho, outra nas nádegas dela, e empurrou a glande devagar. Sirleide fez a cabeçorra escapulir, depois ela mesma ajeitou o cu para a introdução. Encostou a cabeça na cama e abriu bem a bunda com as duas mãos. Sentiu o cacete duríssimo ultrapassar suas pregas, invadir seu reto e até incomodou-se com a envergadura, quando a peia já havia entrado pela metade. Em seguida, o mastro tendeu para a direita e ficou roçando aquele lado do seu canal estreito. Sentiu um fogaréu entre as pernas e gemeu mais alto. Começou a estremecer o corpo todo, quando ele fez os movimentos de cópula. Agarrou-se ao lençol da cama, sentindo um misto de dor e prazer. Gemeu arrastado, novamente, e gozou. Gozou de uma forma incomparável a todos os seus gozos.

Então, a bela morena despertou.

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