Quando o chefe completou o serviço

Abas primárias

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Olá a todos que leem.

Meu nome é Carol e quem sabe este seja o primeiro relato meu que estará lendo, então vou passar minhas informações para você me conhecer melhor, caso não seja o primeiro, então você já me conhece safadinho(a)!

Sou sincera, não sou uma mulher feia, bem pelo contrário, moro em Porto Alegre/RS, tenho 25 anos, casada a 5 anos e estou em plena forma, sou branquinha, uma quase morena dos cabelos pretos, tenho 1,71 cm, calço sapato 36/37, 64 kg até hoje, bem distribuídos num belo par de seios, que não são gigantes, mas não são pequenos, uma cintura bem fininha, junto com a barriga tanquinho (Muito abdominal kkkkk), e um belo bumbum, fruto de muito agachamento na academia. Sim, eu sou gostosa!

A um tempo escrevi sobre um chefe do emprego onde trabalho que tive um momento muito satisfatório, mas não tive prazer completo com aquele homem, o Senhor Cláudio, quem ainda não leu, recomendo a leitura para entendimento.

Bem, neste período de tempo meu marido não sabia que eu o traia, ele foi saber só um tempo após meus primeiros atos de liberdade ocorrerem, e depois de um breve período de brigas e tristezas conseguimos entrar nos eixos, mas isso é história para outro dia e outro conto.

Queria aquele homem e ora… aquele homem também me queria, sabia que uma hora ou outra ia me comer, o que não sabia era que o safado era casado, mas quem imaginaria, ele sempre foi um homem recluso e nunca usou aliança, pedi informações sobre ele para amigos e contatos e ninguém sabia muito dele, isso me deu um misto de medo e tesão, depois daquele dia, nossos contatos foram diários, sempre vinha a nossa sala e já tínhamos trocado telefone, após 4 dias notei que depois das 21:00 ele desaparecia e fiquei encucada com isto, no dia após isto ocorrer, fui clara e o perguntei:

Você é casado?

Sim, sou casado, desculpe se sua intenção era meu amor, mas já sou casado a 7 anos, como sou um homem reservado acabo tendo pouco contato com as pessoas e ninguém me pergunta sobre minha vida particular, isto é bom e ruim, pois me sinto alienado aqui, entretanto posso encontrar mulheres como você!

Posso ter comido uma palavra ou duas, mas ele falou bem dessa forma para mim e foi quase instantâneo eu pensar e logo sair da minha boca:

Ah, então quer dizer que eu chupei um pau que tua mulher chupa?

Bom, tipo… minha mulher não me chupa muito, ela é muito certinha e não gosta muito dessas coisas, com ela é só o tradicional.

Isso me faz pensar em tantos homens que acabam procurando mulheres na rua, pois seus homens não a satisfazem, entretanto, tenho pena dessas mesmas mulheres, pois os homens não sabem entender os reais por que de cada situação de vida, mas bem, vamos continuar…

Olha, eu também sou casada, se você não sabe disso, então se quer algo, será casual, e só se você for bom de cama. O que acha?

Claro que quero! Vamos para minha casa?

Nem pensar! Onde está sua mulher? Acho que você é louco. (Eu estava achando mesmo)

Ela trabalha como BackPack Stylist(Não me perguntem se escrevi isto corretamente), é uma estilista mochileira, ela anda por vários lugares pelo Brasil e o mundo buscando tendência de moda!

Uma mulher que busca tendência de moda fora do pais? Não parece nada com a boa samaritana cheia de crenças que você me disse que ela era! A história não parecia bater.

Pois é né, coisas da vida! Ele riu.

Nossa, se aquele homem não fosse tão sedutor já teria o mandado caminhar, mas aquele sorriso, aquela cara de deboche e arrogância me excitavam, entretanto tenho meus próprios conceitos, logo eu disse:

Não posso! O que vou falar para meu marido?

Quem quer dá um jeito! Diz que tem que virar a noite no serviço, te prometo que vai vir bem contente pela manhã.

Nesse momento já suava muito e sentia uma forte pressão na minha amiguinha la de baixo, sabia o que queria e queria muito ele, não ia negar meus prazeres.

Ta! Mas não no seu apartamento, num motel, você não vai se negar a pagar um pernoite!

Hum, tudo bem! Mas vou pegar dinheiro no banco, não vou deixar na reta para minha mulher ver a fatura do cartão.

Me senti um pouco mal, pois sabia que ele era casado, mas já estava ali, já havia o chupado, então logo um pensamento me veio a cabeça: “Bom, se a mulher não dá pra ele como ele quer eu terei que fazer este serviço!”

Estava marcado, sairíamos por volta das 19:00, pedi para ele me levar para jantar em algum lugar, pois as comidas dos motéis não devem ser as melhores. Fomos a uma casa de massas num local bem discreto aqui da cidade, comemos e logo fomos ao motel, enquanto estava no carro vi seu pau crescer e disse:

Nossa, você é safado! Já tá deixando ele grande né!

Hahahahah, ele tem vida própria.

Já fui abrindo o zíper e comecei a bater uma boa punheta pra ele, bem devagar e o mandei não gozar. O caminho da onde estávamos até o motel dava uns 7 minutos pelo app dele de viagem, foi uns 5 minutos batendo bem devagar, com seu pênis já babando, um pouco antes de chegar ele pediu:

Estamos quase chegando, me chupa um pouco amor!

Meu ponto fraco é quando me chamam de amor, adoro quem é carinhoso, logo só relembrei que não queria que ele gozasse e cai de boca, o chupei por uns 3 minutos +-, quando o carro parou, o portão se abriu e fomos direto a um ticketeiro do local para pegar a vaga no estacionamento, ele forçou minha cabela pra baixo ao abrir o vidro e eu como não queria ser vista, só engoli o pau e continuei chupando, acho que isso deve ser normal para o pessoal de um motel.

Quando entramos no motel logo já conseguimos uma suíte e fomos subindo, mal entrei no quarto e a agarração começou, aquele beijo molhado com a língua dentro da minha boca, suas mãos percorrendo todo meu corpo, estava possuída e faria o que aquele homem quisesse, mas estava muito suada e fui ao banho. Tomei um banho de 10 minutos de porta aberta e só o vi me olhando como um cachorro tarado, já estava pelado e queria bater, mas eu ordenei:

NÃO! NÃO QUERO VOCÊ SE MASTURBANDO, QUERO SO VOCÊ OLHANDO!

Ele riu e disse: Vem logo, minha pica tá muito dura.

E eu já estava pronta, mal deu tempo pra me secar e aquele homem já estava me agarrando, segurando minha bunda molhada e já enfiando um dedo em minha buceta,que não estava molhada por causa da água, bom… eu já não tinha mais reação e só pedi:

Me devore com carinho! Seja rude com amor.

Me entrelacei entre seu quadril com as pernas e fui sendo beijada e acariciada até a cama, ele disse:

Você me chupou tão bem, agora é minha vez de mostrar meus atributos com a língua.

Se eu pudesse explicar seria algo como: uma língua espera e dura raspando meu clítoris com tanta vontade que gemer de prazer não era o suficiente, eu urrava, pedia, pedia muito para ser comida, ele era debochado e falava:

Não! Só quando você gozar na minha boca, quero sentir o teu gosto doce!

Então chupa minha buceta safado, to quase gozando!

Os gemidos aumentaram e as lambidas também, sua língua não cansava e eu sentia que o gozo estava vindo, eu não sou aquelas atrizes pornô que gozam rios, mas quando o meu vem, vem mesmo, da literalmente pra sentir na boca, e eu não tava aguentando mais, desisti e entreguei meu corpo ao prazer, fechei minhas gozas na cabeça dele e gozei na boca, forcei a cabeça dele pra ele não escapar, ele bebeu tudo e disse:

Nossa, seu gozo até que é grossinho, deu pra sentir bem na boca, mas tem um gosto bom, você deve se alimentar bem!

Quer que eu te chupe? Eu falei para ele, pensando que seu pau poderia estar mole.

Não! To no ponto, quero te fuder amor.

Então fode, pega camisinha e vem comer.

Você quer com camisinha mesmo? Somos casados.

Sim, mas você deve comer puta pela rua direto, não quero doenças para mim!

Bom, tudo bem.

Nisso ele tirou a camisinha, eu coloquei no pau que estava tão duro que realmente parecia pedra, e ele sem frescura abriu minhas duas pernas, as jogou para cima, e meteu com força e sem carinho, não pude evitar:

Aaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiii PUTA QUE PARIU! Serio, provavelmente todos no motel ouviram. Quem leu o outro conto viu que o pau dele nem era assim um Kid, mas ele meteu com muita força e sem o menor carinho. Ele foi categórico ao dizer:

Agora você será comida como deve ser, com carinho e força, pouco carinho e muita força.

Ele deitou seu peso todo em meu corpo e começou um vai e vem forte, intenso e com muita pressão, pensei que nesse nível não aguentaria 2 minutos, mas seu quadril era resistente e seu pau preparado, acredito que, pelo menos, ele me comeu por uns 10 minutos naquela posição, a minha vagina ficava cada vez mais pequena, sentia seu pau ficando mais apertado e com menos espaço dentro de mim, era inevitável que o gozo não estivesse vindo, eu pedi:

Deixa eu vir por cima, gozo melhor assim!

Ele se sentou na cadeira e já fui sentando forte, quicava sem medo e ele mordia meus peitos, eu disse:

Não morde, porra!

Ei amor, cala a boca e senta nesse pau!

Ai que safado eu pensei, mas o que podia fazer, eu estava adorando! Sentei por mais uns minutos e vi que ele iria gozar, não me fiz de rogada e disse:

Solta essa porra, comedor!

Nossa, nunca vi um homem urrar tão forte como ele fez! Foi uma bela gozada.

Quando tirei a camisinha vi que era um sêmen grosso, e pensei: Será que bebo? Hum, foda-se: E virei a camisinha na boca, que porra gostosa! Adoro beber aquele sêmen grosso.

Isso o deixou excitado novamente, alias, só naquela noite ele me comeu umas 5 vezes, de todos os jeitos possíveis, até de um jeito pouco ortodoxia, onde ele me deixou com a cabeça e pescoço na cama, tipo de ponta cabeça e metia de pé na cama, nossa aquilo me deu um puta torcicolo!

Mas ele estava certo, fui bem feliz para o trabalho no outro dia, com sono, mas muuuuuuuito feliz!

No próximo conto vou continuar a história da casa de swing com meu marido lindo!

Espero que tenham gostado, meu e-mail para receber dedicatórias e saber se gozaram feliz é: carol.living11111@gmail.com

Bjs meus lindos e minhas lindas!

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201802764