A PERDA DA VIRGINDADE

Abas primárias

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Sirleide procurou o lençol de cama, que vira na foto onde o negrão aparecia nu, adormecido, e não o encontrou. Então, presumiu que ele poderia estar na casa de praia. No entanto, as chaves de lá não estavam no lugar onde sempre eram guardadas, nem em lugar nenhum da sua residência. Um arrepio percorreu-lhe a espinha dorsal. Será que a irmã estava com o negrão lá?

- Se assim fosse, se ela estivesse mesmo lá, significaria que aquela mensagem enviada para a noiva, ou namorada dele, foi forjada.

- Vamos lá na casa de praia - disse Pedro, que viera com a jovem até a residência dela, acompanhado da bela mulata Bernadete. A grávida olhou para ele. Isso significaria que o namorado foi de livre e espontânea vontade. O policial, portanto, ganharia a aposta. Teria que devolver-lhe o dinheiro, já que não pretendia entregá-lo ao portador que o negrão enviaria para pegá-lo. Deu-lhe uma raiva tremenda. Começou a passar mal.

- Vai querer ir comigo à casa de praia, Pedro? Não é melhor ficar para cuidar dos funerais do teu irmão? Eu posso me virar sozinha...

- Mainha cuida do enterro. Apesar de estar arrasada, é uma mulher forte. E não acho que iremos demorar lá. - Rebateu o policial.

Aí a mulata caiu no chão. O vestido de bucho estava empapado de sangue, na altura da sua vagina. Sirleide acudiu, depressa.

- Ela abortou. Precisamos levá-la a um hospital.

- Muito bem. Vejo que já não tem raiva dela. Ajude-me a colocá-la no meu carro. Está mais perto que o teu.

- Eu estava com raiva da pobre por achar que o negrão havia raptado minha irmã. Mas, parece que não é bem assim. E ela destratou Ricarda. Mas a tensão, para ela, está sendo fatal. Tomara que não perca o filho.

Porém, a mulher havia, realmente, abortado o feto. Teve que ficar internada por um tempo. Pedro e Sirleide rumaram para a casa de praia.

**********************

Depois da foda com o vigilante, Ricarda voltou a tentar reanimar o negrão. Nada. Ele parecia estar muito dopado. De repente, o homem começou a estrebuchar. Revirava os olhos, como se estivesse prestes a morrer.

- Ele está tendo convulsões. Vai precisar de um médico. Desamarre-me e te ajudo a levá-lo para um hospital.

A jovem estava aperreada, mas não estava convencida a soltar o coroa. Ele podia muito bem ir embora, sem socorrer o rapaz. Ou pior: poderia tentar atacá-la novamente. Estava indecisa, quando ouviu um carro se aproximando da casa. Gelou. E se fossem amigos do sujeito? Melhor seria sedar o estuprador. Injetou-lhe o restante do líquido que sobrara no frasco.

Mas não. Era a sua irmã, acompanhada de um policial fardado. Não conhecia o irmão de Paulo, namorado de sua irmã. Mas estava feliz por Sirleide ter aparecido.

- Oh, minha irmã, que bom que você me achou - Disse chorando, aperreada - Estou precisando de você.

- Maluquinha. E eu preocupada contigo...

As duas se abraçaram, mas logo a mais jovem disse:

- Precisamos entrar. O rapaz está tendo convulsões. Veja o que é que ele tem.

Sirleide correu para dentro de casa. Assustou-se, quando viu o coroa nu, desacordado. Só depois é que viu o negrão deitado na cama. O jovem se contorcia, e estava babando.

- O que houve aqui, menina? O que faz esse cara aí, nu e amarrado? Não me diga que fez uma suruba com os dois.

- Não. Tive que sedar meu negrão, para poder raptá-lo. Aqui, esse coroa tentou me estuprar. Dominei-o e depois injetei-lhe o mesmo líquido que apliquei no negrão.

- E o que foi que você aplicou no jovem?

Ricarda entregou-lhe com um restinho do conteúdo injetado.

- Aplicou tudo isso? Está maluca? A dosagem tinha que ser pequena.

- Metade do frasco em um e a outra metade no coroa... - Respondeu-lhe a irmã.

- Meu Deus... temos que levá-los, mais que depressa, para o hospital mais próximo. Devem estar em coma. Me ajuda a pô-los no carro, Pedro?

Só então, as duas perceberam que Pedro parecia alheio ao que estava acontecendo. Olhava fixamente para o coroa. Tinha uma expressão de ira no rosto.

- Pedro?

Só então, ele voltou-se para as duas. Disse:

- Esse cara foi quem atirou várias vezes no meu pai, quase o matando. Por causa disso, o velho ficou tetraplégico.

- Pois vamos levá-lo, junto com o negrão, para um hospital. Lá, você o prende.

- Não. Levemos o negrão. Deixemos esse filho de uma puta aqui. Depois, volto para acertar minhas contas com ele...

- Mas Pedro, ele merece ser socorrido. Depois, terá o seu devido castigo.

- Não. E estamos perdendo tempo. Vamos socorrer o negrão. Tua irmã permanece aqui, vigiando o cara. Até porque, se o negrão falecer, ela será presa. Rapto, seguido de sequestro. E a namorada dele tem a prova de pedido de resgate em seu celular. A pena pode chegar a oito anos.

- Não. Eu quero ir junto com meu negrão. - Insistiu Ricarda.

Pouco depois, os quatro estavam a caminho do hospital mais próximo. Sirleide ia guiando, pois conhecia melhor aquele trecho de estrada. O negrão ia no banco de trás, com a cabeça apoiada nas pernas de Ricarda, ainda tendo convulsões. Pedro perguntou:

- Como chegou a isso, Ricarda. Quem é esse cara?

- O nome dele é Ricardo, como o meu. Vi nos seus documentos. Eu o conheci no bar e fiquei afim dele. Estava doida para dar meu cabacinho e gostei de tê-lo encontrado. Mas ele me rejeitou, dizendo que já tinha namorada. Fiquei com ciúmes. Aí, planejei raptá-lo. Fi-lo me levar em casa e, lá, apliquei-lhe o sedativo. Peguei as chaves da casinha e o trouxe para cá.

- E o dinheiro que pediu à namorada dele?

- Ah, eu pretendia prendê-lo aqui por uns tempos, e precisava de grana para fazer umas comprinhas de alimentos, sei lá...

- Entendo. Mas reze para ele sobreviver. A mensagem ficou gravada no celular da namorada dele. Ela está grávida, e é bem capaz de perder o feto. Aí, você terá mais esse crime nas costas.

Ricarda começou a chorar. Estava sinceramente arrependida. Mas disposta a aceitas as consequências.

- Meu Deus... e eu só queria dar a minha primeira foda. Minha irmã sempre tornou minha vida um inferno. Nunca consegui um namorado, por causa dela. Então, ela é a culpada de tudo isso...

Sirleide não respondeu. Pensava na perda do próprio namorado, assassinado. Amava-o, com todas as suas forças. Decerto o perdoaria pelo deslize, se ele não tivesse morrido. Começou a chorar. Pedro, que estava ao lado, consolou-a. Ela o beijou com fervor. Ele, no entanto, disse:

- Preste atenção ao volante. Depois, resolvemos o nosso caso.

Pouco depois, chegaram ao hospital mais próximo. O rapaz estava quieto. Não mais tinha convulsões. Sirleide desceu do carro e correu para auscultar o jovem. Mediu seu pulso. Aí, disse:

- Ele morreu.

Ricarda caiu no pranto. Agarrou-se com o rapaz, pedindo perdão. Pedro deixou ela extravasar, depois disse:

- Você não deve mais ficar junto dele. Terá que livrar o flagrante. Vou entrar com ele, sozinho, e invento uma história qualquer. Quando eu sair do hospital, te levo de volta para a casa de praia. Deverá ficar escondida lá, por uns tempos.

- Que história vai contar para a Polícia? Tenho que dizer a mesma coisa para a pobre namorada dele... - Falou Sirleide.

- Vou dizer que ele raptou tua irmã. Depois, ficou nervoso e aplicou-se um calmante. Mas errou na dosagem.

- Certo. Deixe o pobre rapaz lá dentro. Dê-me alguma grana, para eu pegar um táxi. Vou em casa, pego meu carro, e depois vou ao hospital onde está internada a namorada dele.

- Te dou a grana, mas vou querer algo em troca.

Ela sorriu. Mas não estava disposta a ter relações com ele, tão cedo. Guardaria luto de Paulo.

Pouco depois, o policial retornava para junto de Ricarda. Estava satisfeito:

- Pronto. Resolvido o problema. Disse que depois eu pegaria o depoimento da jovem raptada. É só você repetir minha história, ok?

Inesperadamente, Ricarda abraçou-se com ele e o beijou. O pau torto do jovem ficou rijo no mesmo instante. Ele, no entanto, falou para a jovem:

- Se pretende transar comigo, aqui não. Tem muita gente, e ninguém deve nos ver juntos, por enquanto. Deixe até chegarmos em alguma estrada mais erma e vou querer que você me chupe.

- Uau, farei isso com todo prazer. Mas vou logo dizendo que sou virgem. Não sei se saberei te chupar corretamente.

- É só não me morder.

Nem bem saíram da frente do hospital, ela abriu-lhe o fecho da calça e libertou o seu cacete. Ficou decepcionada, pois ele era menor do que o do seu pobre negrão. Mas, quem disse que tamanho era documento? Logo, estava com o pau do cara na boca. Pedro dirigia com um olho na estrada, outro nela. Achou linda, a moça o chupando com tanto carinho. E ela levava jeito. Disse:

- Masturbe o pau, enquanto chupa. Eu gosto assim.

Ela atendeu-lhe o pedido. Logo, o rapaz estava todo empertigado, de tão gostosa que era a felação. Fez-lhe novo pedido:

- Agora, estamos numa estrada erma. Tire toda a roupa...

Ela tirou, deixando ver o seu corpinho maravilhoso, de falsa magra. Ele deu um assovio de aprovação. Então, meteu o dedo na xoxota dela. Ficou surpreso, quando percebeu seu hímen intacto. Ela ronronou:

- Tá vendo? Sou mesmo virgem. Mas posso te dar o cuzinho, se você quiser.

- Não. Quero tirar esse cabaço. Assim que chegarmos na casa de praia.

Ela, no entanto, estava resoluta:

- Não sei se aguentarei esperar até chegarmos lá. Pare o carro em algum lugarzinho mais escondido e fodo com você. Mas terá que ser carinhoso comigo.

- Não ficou triste por ter matado o negrão? Consegue fazer sexo, mesmo assim?

- Deixe de ser desmancha-prazeres. Claro que não quis matá-lo. Mas farei contigo o que gostaria de ter feito com ele.

Pedro ficou mais excitado com aquelas palavras. Havia uma entrada no meio do mato alto que beirava a estrada, e ele meteu o carro nela. Assim que fez uma curva, ficando escondido de quem passasse pela estrada, parou o carro. Imediatamente, ela montou no colo dele. Estava toda nua, e sua vulva pingava gozo. Abriu bem as pernas, ajoelhada sobre ele, e pegou sua pica com uma das mãos. Já estava lubrificada. Encaixou a xoxota no pau do cara. Mas, gritou na primeira tentativa.

- Ai, amor. Dói. Não pensei que doía tanto...

- Deixe de frescura e se estrepe nessa pica. Não vou desistir de te foder a xaninha.

- Vixe, que falta de sensibilidade. Nem liga para o meu sofrimento...

Mesmo assim, ela tentou se enfiar na rola torta do cara, novamente. Mas, uma vez mais, sentiu dor e parou. Ele disse:

- Conte comigo até cinco, e depois se sente de uma vez. Vai doer, mas quando o cabaço romper, vem o gozo.

- Está bem. Mas enfie toda de uma vez só, tá? - E ela começou a contar.

Mas, antes de chegar no cinco, Pedro forçou sua anca de encontro ao pênis. Ela deu um grito arrastado. Mas a pica entrou até o talo. Ricarda tentou se retirar, mas ele a forçou a permanecer com o caralho dentro. Ela começou a chorar. Mas logo, devagar, foi fazendo os movimentos de coito. O sangue que escorria da vulva deixava a peia mais escorregadia. Ela beijou o rapaz com volúpia. Continuou a cópula. Logo, gozava alucinada no caralho dele. Chorava de gozo, e gritava:

- Ai, meu Deus. Como é gostoso. Se... eu... soubesse... já teria feito... isso.. mais...

Aí, explodiu numa gozada frenética, aumentando a velocidade dos movimentos das ancas. Mordeu os lábios de Pedro, até sangra-los. Ele meteu o dedo em seu furinho traseiro. Ela abriu muito os olhos, e depois urrou de prazer. Finalmente, gozou várias vezes na pica dele.

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