Os desejos de Aline

Abas primárias

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Acordei-me em um susto. Um forte barulho ecoava no quarto e eu não conseguia identificar o que seria. Ainda de olhos fechados e sem reação para me mexer, identifiquei que era o toque do meu celular. O som cessou. Passei mais alguns instantes imóvel na cama até o momento que procurei com a mão, sem olhar para o criado mudo. Quando finalmente o alcancei, trouxe-o para perto do rosto. 11:00h. Uma ligação perdida e uma mensagem da minha namorada. Havia dormido em sua casa e isso era algo comum de acontecer, a final de contas, já namorávamos há 4 anos.

Percebi, então, que precisava urinar e meu pênis estava ereto para isso. Vesti um short fino que não disfarçava o volume entre minhas pernas. Não precisava. Quase nunca tinha ninguém na casa essa hora. Minha namorada estava na escola que trabalhava. O pai, no trabalho. As únicas pessoas que habitavam a casa de manhã era eu e, raramente, minha sogra. Isso porque ela ia para a academia e voltava quase na hora do almoço. Porém, fui pego de surpresa com barulhos de panelas vindo da cozinha assim que comecei a descer a escada da casa, que era visível do local onde ela estava. Coloquei a toalha na frente do meu pênis e cheguei ao fim da escala desejando bom dia e indo diretamente ao banheiro. Ela estava organizando algumas panelas enquanto fazia a comida, mas me desejou bom dia e convidou para tomar café.

Depois de ter banhado rapidamente, saí em direção a cozinha. Sentei a mesa questionando o fato de ela não ter ido à academia. Ela respondeu dizendo que tinha muitas coisas para arrumar na casa. E eu dormindo até uma hora dessas, pensei. Nós tínhamos um bom relacionamento e eu gostava de ajudar nas coisas da casa, na maior parte do tempo o marido dela não estava e ela acabava fazendo muitas coisas sozinha. Lembrei-me da mensagem no celular. “Chego cedo hoje”, dizia. O cedo da minha namorada seria por volta das 12:00h.

Minha sogra, então, surpreendeu-me dizendo que ia me servir hoje. Gostei de ter ouvido isso, apesar de não implicar em nada além do que colocar o café puro na xícara. Na verdade, qualquer tipo de atenção que viesse dessa mulher me deixava feliz. Ainda que tivesse seus 40 e poucos anos, ela era uma mulher muito jovem, malhava todos os dias, dançava, conectada nas redes sociais. Resumindo, nós tínhamos sempre muitos assuntos para conversar. Além disso, sua forma física atraía todos, inclusive a mim. Ela tinha uma aparência meio indígena, cabelo longo e preto, um rosto bem jovem para sua idade, e ainda que tivesse um peito pequeno, tinha uma bunda maravilhosa e grande. Todo mundo que a conhecia me perguntava “como tá a tua sogra?” ou dizia “por isso tu adora ir para lá”. Não é difícil entender porque eu me sentia atraído por ela, talvez até minha namorada tivesse percebido isso um tempo atrás, quando transar na cama dela se tornou um fetiche para mim. Tudo isso ficou mais forte quando comecei a passar mais tempo na casa dela, ou melhor, quando eu ia embora de lá: muitas vezes ela me mandava mensagem perguntando como eu estava e quando eu ia para sua casa de novo, fazer alguma receita, etc. Passamos um bom tempo nisso e eu podia jurar que ela estava interessada em mim, não fosse pelo fato que ela aparentava ser a mulher mais correta e fiel do mundo. No início eu achei que isso fosse um tipo de disfarce para uma vida dual. Porém, com o passar dos anos percebi que ela era, legitimamente, uma mulher bela, recatada e do lar. Obviamente isso frustrou qualquer perversão que tenha passado em minha mente e aos poucos passei a enxergá-la como alguém que eu iria cuidar na sua velhice.

– Ei, tem como me ajudar a colocar umas coisas no armário lá de cima? – ela interrompeu meus pensamentos.

– Claro, é só me dizer onde guardar – respondi, dando uma boa golada no café.

– Deixa que eu guardo, eu vou subir na cadeira e tu vai me passando as coisas e me segurando para eu não cair – terminou com um riso.

Eu concordei e um pequeno ar de segundas intenções surgiu em minha cabeça. Enquanto isso ela posicionava a cadeira na frente do armário e subia lentamente. Começou, logo, a pedir objeto por objeto para mim e os ia acomodando no armário. Aquela situação estava provocante, porque além de estar com a bunda virada para mim, toda vez que eu a entregava algo, minha mão passava bem perto do seu corpo. Eu jamais tentei insinuar alguma coisa para ela, mas nesse momento fiquei muito tentado a algo. Estava bem difícil desviar o olhar daquelas pernas e da bunda coberta por uma saia.

– Tá olhando o que aí? – ela disse, me pegando desprevenido.

O tom de voz que ela falou me deixou sem jeito. Por um instante fiquei pensando que isso poderia trazer consequências negativas de alguma maneira. Eu permaneci parado, tentando me desculpar, enquanto ela se virava em cima da cadeira e descia.

– Eu quero conversar contigo – falou ela, se aproximando de mim. – Eu nunca traí meu marido, sempre tentei ser uma mulher fiel, ele foi o meu primeiro e único homem.

– A senhora já me disse – respondi.

– Pois é. Eu sei que posso conversar contigo porque eu te considero mais que um genro, eu te considero um amigo. Tu me considera uma amiga?

– Claro, claro – disse eu.

– Ultimamente tenho sentido vontade de fazer algumas aventuras. Talvez seja a idade, quero me sentir mais desejada, quero fazer muitas coisas que nem mesmo eu sei. Nunca tive uma vida sexual ruim, pelo contrário, eu considero boa, mas eu sei que poderia ter feito muitas coisas diferentes na cama, na vida. Tá conseguindo me entender?

– Estou sim. A senhora casou cedo, acho que está sentindo falta de um pouco de emoção, de aventura, como disse. – afirmei, já sentindo uma grande excitação.

– Hmm, sim. Primeiramente, não me chame de senhora, pelo menos não quando a gente tiver à sós. – falou, olhando nos meus olhos.

– Certo, Aline – concordei.

– O que tu acha de mim? Sempre me trata bem e agora te peguei olhando para a minha bunda, queria saber o que passa nessa cabeça. – nesse momento foi bem provocativa.

Antes de responder a pergunta, aproximei-me bem dela, quase como em um abraço, para que pudesse sentir o corpo colado no meu.

– Eu sempre me senti atraído por ti, sempre tive fantasias contigo, Aline. Já te imaginei de todas as formas e agora mesmo estava querendo te comer de quatro. – Mal terminei de falar e coloquei minha mão na sua nuca e a puxei para beijar.

A princípio, ela estava relutante. Não abria a boca para me beijar mas me dava “selinhos”. Comecei a passar a mão por suas curvas e senti sua excitação aumentar a cada toque. Enfim, entregou-se a minha boca e pude sentir o gosto do seu beijo. Passávamos nossas línguas uma na outra enquanto eu puxava o seu corpo para mais perto do meu, para que ela sentisse o quão duro eu já estava por ela. Pude notar que seu corpo tremia levemente de excitação e ela soltou um leve gemido quando eu passei minha mão no meio de sua bunda. Ela deu uma pausa, respirou, mas senti que ela estava meio envergonhada com esse toque. Se foi isso ou não, ela se permitiu me beijar mais.

Agora ela tocava com sua pequena mão o meu pau por cima do short fino. Nesse momento eu podia jurar que ia explodir de tão duro e latejante que estava. Percorria ele suavemente por todo comprimento, como se estivesse simulando uma punheta. Eu, por minha vez, tateava a bunda que me enchia de tesão há tanto tempo. Era até maior do que eu imaginava, suas curvas me deixavam ainda mais louco de tesão. A academia que ela fazia diariamente tinha um excelente resultado, a bunda de Aline estava uma delícia, durinha, empinada. Esse clima intenso de tesão estava gostoso demais. Ela, então, afastou sua boca da minha e, num gesto mais rápido ainda, abaixou meu short, colocando meu pau para fora.

– Estamos sem muito tempo hoje – ela falou.

Ela tinha razão, em poucos minutos minha namorada podia chegar e, pelo visto, não queria terminar essa pegação no zero-a-zero. Ajoelhou-se ali mesmo, na cozinha, e ficou de cara com o meu pau duro e roxo de tesão. Eu, querendo um clima mais safado, falei:

– Me mama gostoso agora, Aline.

Sem delongas, ela abriu a boca e colocou minha pica dentro. Meu pau pulsou forte na sua boca, que estava muito molhada. Coloquei minha mão atrás da sua cabeça e ela deslizava sua boca até a metade do meu pau. Depois disso, botou lentamente na boca e eu forcei um pouco para ir mais fundo. Continuou a chupar mais rápido agora. Ela sabia como fazer bem gostoso, sabia como chupar uma rola, mas era um pouco tímida para interagir na hora do sexo. Logo, tirei meu pau da boca de Aline e comecei a passar e bater com ele no seu rosto.

– Meu pau tá gostoso? Diz pra mim – falei enquanto deixava o rosto dela babado e com cheiro de pica.

– Tá sim – ela respondeu.

– Ahn, não, me diz se o meu pau tá gostoso – Insisti.

– Teu pau tá gostoso, porra, agora me deixa chupar.

Ela enfiou meu pau na boca e continuou a chupar rápido e forte como antes, só que agora usando a mão. Meu pau latejava forte e senti que já estava a um fio de gozar muito.

– Puta que pariu, vou gozar – disse quase gemendo.

Aline manteve-se chupando o mais rápido o quanto pôde. Minha mente se esvaiu e eu podia sentir somente os fortes jatos de porra saindo do meu pau. Ela tinha diminuído o ritmo e posicionado a boca na cabeça para que eu pudesse gozar tudo dentro. Cada forte jato era uma surpresa para ela, que já devia estar com a boca cheia. Quando, enfim, parou, Aline tirou sua boca lentamente, certificando que nada teria escapado da sua boca gostosa. Eu, ofegante, fiquei olhando para ela, ainda ajoelhada, engolindo minha porra quente.

– Ahh, que gostoso – ela disse enquanto se levantava.

– Teu boquete é uma delícia, sabia? – elogiei.

– O teu pau que é uma delícia – retrucou ela.

Sem que ela esperasse, puxei para mais um beijo. Sua reação foi de surpresa quando comecei a beijar sua boca e chupar sua língua, que ainda tinha o gosto da porra que ela tinha engolido. Então, a campainha tocou. Olhamo-nos um pouco assustados, mas minha namorada estava sem a chave. Dei um último selinho na boca de Aline, para então entrar no banheiro e tomar outro banho. Minha sogra limpou-se e foi abrir a porta como se nada tivesse acontecido.

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