O Carreteiro

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Alô, meus queridos e minhas queridas aqui da casa, olha eu voltando para contar mais uma das minhas! Prometo que vou me comportar daqui pra frente. Planejo arranjar um namorado sério e quem sabe até casar pois sonho em ter filhos lindos e maravilhosos. Tenho que arranjar um homem jovem e lindo e, acima de tudo, fogoso para ver se me acompanha pois sou muito fogosa e taradinha. Vamos ao conto. Se lerem meus contos anteriores vão saber que eu trabalho aqui na panificadora do meu pai, no caixa. Vão saber também que dei a buceta pro meu pai, mas ele tem uma namorada que me atrapalha bastante. Ele prefere ela a mim. Eu já dei a batalha por perdida e até já estou desistindo dele. Agora muito rara-mente a gente trepa. Eu tenho sempre que ficar na espera que eles briguem. Quando isso acontece aí sobra pra mim e a gente trepa gostoso. E o pior de tudo é que ela sabe da gente. Mas não se importou. Eu e ela não nos suportamos. Somos inimigas.

No final de semana chegou uma carreta daquelas grandonas carregada de trigo e bal-des de manteiga. Papai se juntou com mais duas outras panificadoras e dividiram o valor da carga. Descarregou nas outras panificadoras e a nossa ficou por último. O motorista era um moreno lindão de seus trinta e poucos anos. Era bem do tipo que eu gosto assim, alto, más-culo, todo entrosado e daqueles que olha para todas as mulheres que passam sejam elas novas ou velhas.

Se deu logo a conhecer comigo e com a nossa funcionária. Logo ficamos sabendo que ele ficaria ali depois de descarregar até domingo onde viajaria na madrugada. Ele estava todo animado comigo e com a nossa funcionária. Sempre dizendo que nós éramos lindas e gosto-sas. Isso a gente ouve todos os dias.

Meu namorado estava chegando de uma viagem que fizera com o pai dele naquela noite de sábado. Depois que fechamos a padaria eu fui pra casa que é no andar de cima e iniciei um longo banho. Tinha que ficar bem gostosa para o meu namorado. Fiz uma depilação com cera quente nas axilas e na bucetinha deixando tudo lisinho. Estava louca para foder gostoso e ser chupada. Meu namorado não é muito bom de cama. Principalmente para chu-par. Ele chupa a minha bucetinha mas não espera eu gozar na boca dele. Ele diz que isso é nojento. E também não é muito chegado a mamar nos meus peitinhos. Ele diz que não ver graça nisso. Enfim, ele é bonito, mas é o tipo de homem que não serve para um relaciona-mento sério. Não comigo.

Terminada a depilação, coloquei uma calcinha preta e bem pequena, claro. Como meus peitos são bem duros, nem botei sutiã, apenas uma blusinha preta e uma sainha justa própria para sair à noite. Me maquiei, me perfumei e fui até à cozinha. Tinha café feito na garrafa e pão. Esquentei o pão no micro-ondas e peguei a garrafa com café e botei tudo nu-ma bandeja e aproveitando que ia sair, ia levar tudo pro moreno gostoso da carreta. Antes peguei minha bolsa, botei algumas camisinhas dentro e saí. Quando eu estava chegando per-tinho do caminhão ouvi ele conversando com alguém. Peguei pelo meio da conversa, ele dizendo: “pois é, cara... são duas gostosas, cara... sim, sim... a que fica no caixa... puta que pariu é uma magrinha...é, isso mesmo... uma magrinha daquelas gostosas... linda, cara! A outra também... só que a outra é maior e bunduda... cara, se eu pego aquela magrela eu ia arrombar ela... pior, cara... essas magrelas é como tu diz são as que mais aguentam pica. Ra-paz, eu chupava aquela magricela gostosa até ela chorar de tanto gozar. A outra também.”

Estavam falando de mim e da nossa funcionária. Bati na porta do carro. Ele abriu logo em seguida e desligou o celular. “Fazia tempo que você tava aí?”, perguntou ele com aquela cara de safado.

“Não. Por quê?”, perguntei. “Por nada, princesa. Linda e cheirosa desse jeito vai sair” entreguei para ele a bandeja. Ele agradeceu e perguntou se eu não queria entrar na cabine com ele. Respondi que não. Disse que ia para a casa do meu namorado. Sem falar mais nada saí, sentindo ele me despir com o olhar como ele fazia com as outras.

Com o meu namorado ficamos só nos beijinhos porque ele disse que estava muito cansado. Nem um boquete deu pra eu fazer porque ele queria ir dormir. Eu louquinha pra trepar gostoso e o meu namorado apagado. Isso é que pode se chamar falta de sorte. Com aqueles amassos fiquei toda meladinha e mais fogosa ainda. Meu corpinho parecia que esta-va queimando em febre de tão quente. Ele me prometeu que no dia seguinte compensaria pela falta de sexo. Mas só de pensar em esperar até o outro dia. Poxa ia ter que me mastur-bar de novo? E chega uma hora que só masturbação não dá vencimento ao tesão.

Voltei pra casa. Sabe aquele dia que tudo parece dar errado? Todas as minhas amigas estavam ocupadas ou tinham saído ou não podiam sair. Pensei em ir para a casa da nossa funcionária, mas pensei que ela é muito chata e fica o tempo todo querendo me abraçar... voltei para casa. Quando cheguei observei que dentro da carreta estava uma tênue luz. Fui até lá... devagarinho, rodeei e bati na porta. Não demorou muito ele olhou pelo vidro e logo abriu a porta. Me olhou de cima a baixo e me convidou para entrar. Dessa vez não hesitei. Ele me segurou pela mão pois essas carretas são enormes e altas e me conduziu para dentro. Legal. Estava friozinho devido ao ar condicionado. Ele estava só de short e uma camiseta. Lá dentro estava bem claro. Tinha uma mini tv. Onde ficamos era atrás dos bancos. Era um espa-ço bem grande e confortável. Tinha uma cama macia onde ficamos sentados.

Começamos a conversar e ele disse que era casado, mas como viajava muito a esposa tinha muito ciúme dele e passava muito tempo sozinha. Chegamos ao assunto de sexo e ele disse que ela não era uma mulher completa na cama. Disse que ela não gostava de chupar nem ser chupada e isso causava muitas brigas entre eles. “E por que ela não gosta de ser chupada?”, eu perguntei. Estávamos sentados os dois na cama pequena e confortável, fren-te a frente. “Ela disse que acha nojento e imundo. E chupar também. Logo no início eu meti na boca dela. Ela chupou meio sem vontade e eu gozei. Ela ficou brava comigo. Vomitou e ficou de mal por umas três semanas.” E eu perguntei de novo: “E vocês fazem sexo todo os dias quando você está lá?” Ele ajeitou meu cabelo gentilmente. “Não. Uma ou duas vezes por semana.” Observei que aquela conversa estava deixando um volume no short dele e ele não estava fazendo nenhuma questão de esconder. “Então sexo por trás nem pensar?”, pergun-tei, rindo, e não disfarçando o olhar para o volume do short dele. “Só uma vez. E nunca mais. E você? Linda e gostosinha desse jeito como é na cama?” Eu ajeitei os cabelos e ri. “Eu sou bem ativa. Adoro homem bonito e gosto de sexo. Por mim era toda hora.” E ele: “Uau! Que deusa! Só é magrela, mas é boa de cama. Você disse que gosta de homem bonito. Eu sou bonito?”

Quem cala consente. Fiquei caladinha. Quando quis ir embora, ele me segurou pelo braço e tascou um beijaço na minha boca e foi me deitando bem de leve naquela cama até jogar seu peso todo sobre o meu corpo. A essa altura do campeonato eu já estava entregue àquele macho e totalmente cheia de tesão. Ficamos num beijo louco e molhado. A língua quentinha dele explorava minha boca e eu chupava com força. As mãos fortes dele acaricia-vam meu corpo. Eu já estava arreganhada naquela cama pequena, mas confortável.

Ele tinha uma pegada forte assim meio rude, mas muito gostosa. “una huella de va-rón sabroso”. Aquelas mãos quentes e grossas acariciavam minhas coxas ou apertavam-nas. Eu me remexia debaixo dele e o abraçava com força arranhando as costas dele. Sabendo que eu já era totalmente dele, ele saiu de sobre mim, tirou minha saia e jogou-a sobre o volante e sem pensar me pegou por baixo levantando meu quadris até pertinho de seu rosto e co-meçou a tirar minha calcinha com a boca. Fiquei louquinha e gemia gostoso. Não sei como ele conseguiu tirar a calcinha sem usar as mãos e jogou-a no chão.

Aí veio o melhor: ele caiu de boca na minha buceta enxarcadinha. Eu me segurava pe-las paredes do carro já que ele mantinha meus quadris levantados a altura de sua boca gosto-sa. Ele chupava divinamente e muito melhor do que meu namorado. Ele estava numa avidez pela minha buceta. A boca era quente como brasa. A língua passeava pela minha racha e en-trava gostoso no buraco da minha buceta me levando à loucura. Eu sabia que não podia gritar como eu estava querendo, mas eu sussurrava: “ai, safado... no para... de chupar ese coño” E quanto mais eu gemia, mais ele chupava. E ia ficando cada vez mais gostosa à medida em que ele tirava a língua da buceta e ia direto para o meu cu. Eu me estremecia toda e ficava toda arrepiada.

Nessas chupadas maravilhosas e demoradas, eu segurava nos cabelos da cabeça dele e puxava de encontro a minha buceta para que ele não parasse com aquela chupada divina. Depois de alguns minutos eu segurei com toda a minha força e puxando a cabeça dele contra a minha buceta melecada, meu corpo foi ficando arrepiado e, sem avisar nada, fui gozando loucamente na boca daquele safado gostoso. Eu me contorcia gemendo baixinho e ele me segurava com força para que eu não saísse daquela posição. Foi a melhor chupada da minha vida e uma gozada bem demorada.

Passado o frenesí do meu gozo, ele praticamente arrancou minha blusa fora com uma maneira quase brutal. Era disso que eu gostava. De homem rude e sem frescura. Ele caiu de boca nos meus peitos com uma fome que eu nunca tinha visto. E mamava, mordia os bicos e me segurava pela cintura com força. A força daquelas mãos fortes de carreteiro. Não enten-do por que a mulher dele não gostava de sexo com ele. Ele era tão gostoso. Ele mamava nos meus peitinhos e os amassava com força. Ora ele mordia nos biquinhos com tanta força que eu pedia, quase gritando, pra ele não morder com força. Mas à medida que doía também dava muito prazer. Ele foi me dando mordidas pelo corpo inteiro e lambendo também. Eu estava louca de tesão. Ele me botou de quatro e caiu de boca no meu cu. Ele arreganhava as bandas da minha bunda e as apalpava com força enquanto a língua penetrava no meu orifí-cio. Eu gemia desesperada e procurava me segurar nas paredes daquela cabine apertada. Me segurava nas paredes, nos bancos... uma perna curvada em cima da cama e a outra no chão. Ele metia o dedo na minha buceta em um vai e vem alucinado fazendo eu me contorcer. Quando eu tinha a chance eu segurava a cabeça dele pelos cabelos forçando sua cara contra a minha bunda. Eu me tremia toda com aquela língua quente lambendo ou entrando no meu cu.

Depois ele me virou de frente, me deitou na cama com força e veio por cima de mim. Tirou o short e a camisa e ficou completamente nu. Me mostrou uma pica deliciosa. Não era tão grande, mas era grossa e o mais gostoso era que tinha um cabeça enorme! Larga. Parecia um limão daqueles grandes. Segurei com força puxando para mim. Ele veio bem pra cima de mim e as bolas na minha boca. Abocanhei as bolas pequenas e fiquei chupando-as com uma certa força e batendo punheta no pau dele. Agora ele gemia e se contorcia. E dizia, tentando controlar a voz par não gritar: “aaai, gostosa... devagar... ai, porra... huuuu, aaaahh...”

Depois que parei de chupar e maltratar aquelas bolas duras e gostosas, tirei da boca e tratei de chupar na pica dele. Vi ele fechar os olhos e delirar com o meu boquete. Eu senti a mão dele ir para a minha bucetinha e ficar me masturbando bem gostoso enquanto eu sabo-reava aquela vara dura e que parecia ficar mais dura a cada segundo. Eu remexia os quadris para cima e para baixo enquanto os dedos dele apertavam e massageavam meu clitóris. Aquela cabeçorra era muito deliciosa e me enchia completamente a boca. Eu ouvia os gemi-dos dele elogiando minha boca quentinha e macia como veludo. Eu segurava pela bunda dele para que ele não tirasse o pau de dentro da minha boca e ao mesmo tempo forçava os mo-vimentos para que ele fodesse minha boca.

Estava uma delícia chupar aquele pau duro com a cabeça enorme e pulsante. Aquele líquido salgadinho estava saindo em abundância e eu fazia com que ele saísse para fora da minha boca toda babada. Em determinado momento eu resolvi que queria foder gostoso agora. Ele gemia como um louco. No exato instante que tirei a pica grossa da boca ouvi os gemidos dele e sem esperar recebi uma golfada de esperma quente bem no centro da minha cara e logo em seguida mais outra e mais outra. Ouvi ele dizendo entre gemidos: “Ahhhh-hhh... que delícia de gozada...”

Naquele momento eu estava cega. Uma parte da primeira gozada foi mesmo dentro do

meu olho. Eu empurrei ele de sobre mim e me sentei na cama limpando o olho e senti o leite quente escorrer para os meus peitos. Aquele cheiro de sêmen invadiu minhas narinas.

Sem mais delongas ele me pegou e me botou de quatro. O meu olho estava doendo e eu tentando limpar. E senti sua língua na minha bucetinha. E ia da buceta para o cu. Ele deu uns tapas na minha raba e disse: “Não aguento mais, gostosa. Quero foder você” eu também estava louquinha para foder. Pedi para ele por uma camisinha. O safado pegou uma camisi-nha, abriu, botou a pontinha na cabeça do pau e mandou que eu vestisse a pica com a boca. Me virei. Fui esticando a camisinha com os lábios até vestir o pau.

Impressionante como ele tinha acabado de gozar e a pica estava duríssima! Eu mes-ma fiquei de quatro com a bundinha bem empinada e senti ele me segurar pelas ancas com força e logo senti-me penetrada pela buceta. Eu não conseguia controlar os gemidos. Ele começou a socar gostoso e com força e eu me segurando pelas laterais do carro. Não dava para ficar para numa posição só pois as estocadas eram fortes e sem querer eu ia saindo aos poucos do lugar que estava. Ele dizia que a minha buceta era muito gostosa e apertadinha. Eu movimentava a bunda para ajuda-lo e gemia sem parar pedindo para ele não parar nunca e dizendo o tempo todo que ele era muito gostoso. E na verdade ele era um homem rude e gostoso. Fodia deliciosamente.

Ele era incansável. Estocava com tanta força que arrancava gritinhos e gemidinhos sa-fados da minha garganta. As mãos dele apertavam meus peitos, passeavam pela minha barri-ga. Oras ele puxava meu cabelo fazendo a minha cabeça levantar e eu gritar baixinho. Teve uma hora que escorreguei da cama e ele me segurou por trás, ou melhor, pelas ancas. Fiquei toda arreganhada com a cabeça lá perto do chão e a bunda toda lá pra cima. Mas ele continu-ou metendo firme. A sensação era tão gostosa que eu não queria que ele parasse de meter nunca. Depois de um tempo ele anunciou que estava quase gozando e eu disse que eu tam-bém estava. Então ele me puxou pra cima da cama, puxou o meu cabelo com força que fez eu me levantar e quase ficar de joelhos. Com a outra mão ele me segurou pelo meio como num abraço. Estava suado. Parecia que o ar não estava mais funcionando. Ele disse bem no meu ouvido que me deixou toda arrepiadinha: “Então toma pica, sua gostosa. Era pica que tu queria? Era? Então toma... vamos gozar... goza no meu pau. É todo teu! Vem... goza... eu tô quase gozando nessa buceta gostosa...”

Ele puxou mais e mais o meu cabelo que a dor se misturou com prazer e gozamos os dois ao mesmo tempo numa loucura só! Foi o gozo mais intenso que eu já tive com um ho-mem de verdade. Gostoso. Com pegada firme. Homem de verdade que faz uma mulher ser mais mulher mesmo. Nos desequilibramos e eu tombei pra trás por cima dele e caímos no chão apertado entre a cama e o banco da frente entre gemidos ofegantes.

Agora ele estava cansado. Ofegante. “Nossa... que loucura! Ufa. Fazia muito tempo... que eu não fodia uma mulher tão gostosa que nem você”, ele disse. Agora eu estava cansada e suada também. Mas ele estava molhado de suor. Eu saí de cima dele e engatinhei pra cima da cama. Limpei o rosto sujo de esperma com a minha calcinha. Ele sentou ao meu lado e ficamos nos beijando na boca. Eu passando a mão por aquele corpo gostoso; apertando aquelas pernas duras e peludas. Fiquei brincando com os peitos dele. Depois mamei naque-les peitos de homem por um bom tempo.

Ele queria meu cu, mas eu disse que nunca tinha feito anal antes e tinha medo. Ele ten-tou me convencer a todo custo, mas não cedi. Deixei ele meter o dedo, chupar, lamber... ele ainda me chupou todinha de novo e trepamos mais uma vez agora ele sentado no banco da frente e eu sentadinha na pica dele. Ora de costas e ora de frente para ele. Foi uma delícia aquela noite. Quase perto de amanhecer do dia de domingo eu me vesti e entrei para dormir em casa. E como ele havia dito, pegou sua carreta e seguiu viagem. Agora só quando ele viesse de uma outra vez.

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