A novinha bucetuda que deu o cú pra pagar pela bicicleta

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No condomínio onde eu atualmente moro (atualmente com 24 anos), os vizinhos notam algumas peculiaridades da minha vida: meus pais "esquisitos", que sempre estão vestidos de preto, só aparecem para me visitar à noite... falam somente o necessário e olham tudo como se não fossem desse mundo, não tocam em quase nada, não entram na casa das pessoas, e nem comem nada que lhes oferecem. Da mesma forma eu, não entro na casa de ninguém, não como nada que me oferecem, não vou à nenhuma festa que me convidam.... e particularmente (devido ao foco do conto) nunca aceito carona. Dificilmente ando de carro... odeio transporte público, e odeio carros.... estou sempre de bicicleta ou à pé.... além da bicicleta, o transporte que mais uso é o avião, ou seja, só ando em "máquinas" quando preciso mesmo (graças às Deusas... sempre morei em lugares bem localizados, perto de escola, trabalho etc.).... e os vizinhos estão sempre me vendo pedalando... as "bruxas recalcadas" cochicham pelos cantos, e aos sussurros sei que me chamam de "piranhazinha", dizem que não tenho "modos", que sou indecente, que devo fazer programa, que estou dando pra "todo mundo" (menos para os "santos" maridos delas), que sou bancada por algum coroa rico, que faço amarração para arranjar machos que me bancam... são tantas "acusações" que se pudessem me queimariam em uma fogueira aos gritos de: puta, vadia, vagabunda, biscate, bruxa etc., Além dos cochichos das bruxas recalcadas, obviamente noto os olhares lascivos dos "maridinhos santos" delas, e dos filhinhos queridos.... e devo confessar, EU ADORO... e provoco. Adoro exibir minhas coxas grossas e branquinhas como leite enquanto pedalo... minha bunda avantajada fica bem empinada, e como tenho uma buceta muito volumosa, cheinha, tipo um capu de fusca, com lábios salientes, greluda... que fica um volumão de buceta entre minhas coxas, ela fica meio que partida no selim da bicicleta... pois apesar de ser difícil disfarçar um bucetão assim em qualquer roupa que não sejam saias ou vestidos, estou sempre pedalando de shortinhos, calça de lycra etc., ainda mais sabendo do recalque das "bruxas", sou ainda mais provocante. A última que lembro que aprontei, foi uma vez que um menino havia pedido um pendrive emprestado.... eu fui de sainha, sem calcinha... e enfiei o pendrive no meu cuzinho, que ficou mais preso entre minhas nádegas que lá dentro.... e fui pedalano até a casa da vizinha, mal sentindo aquela coisa minúscula entre minha bunda enorme, mas melando o selim da bicicleta com tanto tesão que estava da minha "maldade"... quando cheguei toquei a campainha, desci da bicicleta e tirei o pendrive da minha bunda.... o menino apareceu, seu olhar foi das minhas coxas, passando pela minha sainha minúscula, que parecia se levantar a cada movimento meu, ao selim da bicicleta que estava melado... mandei ele chamar a mãe dele, pois ele era menor de idade, e queria que ela se responsabilizasse... ele disse que não precisava, gaguejando (óbvio que ele devia ter um pendrive, que moleque dessa idade não tinha um.. ele havido pedido o meu só para se aproximar de mim, e óbvio que eu sabia que a mãe dele deixava claro para ele que me odiava, que eu não prestava etc.,), eu o ignorei e gritei ela... ela logo apareceu de cara feia pra mim, e vi ódio no seu olhar quando me viu ali com o filhinho dela.... ela olhou com desprezo minha sainha, minhas coxas de fora, a bicicleta.... disse a ela, que ele havia me pedido o pendrive emprestado, dei um beijo no pendrive e entreguei a ela..... duvido que ela não tenha sentido o cheirinho do meu cuzinho, pela cara que fez... e eu sorri maldosa... ela disse que não precisava, eu simplesmente ignorei, me virei, me sentei na bicicleta bem provocante, empinando bem a bunda, a saia subiu um pouco e acredito que exibiu que estava sem calcinha, parte da bunda aparecendo.... e saí pedalando. Tadinho soube que levou uma surra da mãe, e eu claro não voltei para cobrar o pendrive...

Mas minha paixão por bicicletas não é pela "arte da provocação"... eu realmente odeio carros, ônibus, etc.... e amo bicicletas (provocar foi consequência), e minha paixão começou há muito tempo.....

Minha mãe já tinha o gosto de andar de bicicleta, e eu achava ela linda enquanto pedalava... mas eu não tinha minha bicicleta. Meus pais sempre muito conservadores e protetores (e idiotas), achavam perigoso, pois morávamos em um bairro muito movimentado, com carros passando em alta velocidade o dia todo. Mas ela já havia me ensinado a andar, na bicicleta dela. E quando ela deixava, sob a supervisão dela, eu pedalava e brincava que eu era ela. E a imitava inconscientemente. Passava pelos bairros imitando o jeito dela de pedalar, cumprimentando o senhor da padaria, do quiosque, os vizinhos... do jeito que ela fazia, sem saber que estava sendo provocante. Desde novinha já tinha a bunda avantajada, as coxas grossas, e a buceta bem volumosa, que já ficava partidinha na bicicleta... e comecei a perceber que os olhares dos vizinhos estavam cada vez mais "famintos"... mas comecei a me excitar com bicicletas a partir do dia em que senti o cheiro da minha mãe no selim da bicicleta dela. Eu cheirei o selim, e senti o cheiro da buceta dela, e lambi, e senti o gosto dela... e aquilo me deu um tesão imenso... me masturbei ali mesmo na garagem, sentindo o cheiro da buceta da minha mãe no selim da bicicleta... estava com minha mochila da escola, peguei três canetas, esfreguei elas na minha buceta, para deixar elas bem molhadinhas, e enfiei no meu cuzinho, e ali com a bunda empinada, e três canetas enfiadas no cu, com o uniforme da escola, de sainha... com o nariz no selim da bicicleta da minha mãe, esfregava levemente meu grelinho, enquanto sentia o cheiro dela.... até gozar. Nesse dia, eu descobri que às vezes minha mãe pedalava de saia e sem calcinha. E fiquei louca de vontade de fazer a mesma coisa.

Um dia eu pedi a bicicleta emprestada de um amigo, o neto do senhor da padaria. Ele disse que não tinha bicicleta, mas que o avô dele não andava mais de bicicleta, e que sempre deixava com ele, e que ele iria me emprestar. Ele não era um dos meninos que "brincavam" comigo, era muito bobinho e inocente, então não tive que "dar" (o cuzinho, pois me mantive virgem na buceta até meu casamento) pra ele, e em troca emprestei alguns games que ele não tinha.

E no dia seguinte, antes da hora do almoço, quando cheguei da escola, saí pela primeira vez de bicicleta de saia e sem calcinha. Meu coração disparado, meu rostinho todo rosadinho de vergonha. Eu fui com uma caneta no meu cuzinho (adoro sentir algo dentro do meu cuzinho), de saia e sem calcinha. Cada pedalada era uma estocada no meu coração, minha respiração ofegante enquanto sentia a caneta saindo do meu cú, e eu segurando, imaginando a vergonha que seria se alguém visse.... eu me esfregava no selim, e às vezes fechava os olhos gemendo, o que me fez quase bater duas vezes.... e em um desses momentos, em que a caneta quase escapou do meu cú, eu parei bruscamente, e a pressão do selim na minha buceta me fez fechar os olhos e gozar.... colocando uma mão na boca para conter qualquer som suspeito, me esforçando o máximo para não relaxar e deixar a caneta escapar, o coração disparado de medo, sem saber onde estava...... eu estava respirando como uma coelhinha assustada, meu peito estufando e se contraindo rapidamente, fiquei com medo de abrir os olhos.... e quando abri, vi o senhor da padaria se aproximando.... fiquei de boca aberta, não tinha como disfarçar, minha respiração, minha face corada, meus movimentos involuntários que me faziam rebolar sem querer, tudo me entregava... ele me disse: "vem comigo para a minha casa Luiza, antes que alguém note e conte para a sua mãe"....

Eu o segui, levando minha bicicleta. Ele morava sozinho, e fomos para a garagem dele. Eu estava de cabeça baixa, envergonhada. Ele cheirou o selim da minha bicicleta, fungou tão forte que ouvi alto aquele barulho, e me olhou cheio de malícia... "'está sem calcinha menina?".... ele se aproximou, passou a mão na minha bunda, nas minhas coxas... enquanto falava no meu ouvidinho: "Os garotos comentam Luiza, ainda mais comigo você sabe, e já sei que você compra porra de alguns meninos... e já dá o cú em troca de esperma... mas que porra de pervertida você é? Já pensou se seus pais sabem disso? Porra, a gente cria os filhos com tanto amor, mas o fogo na buceta é maior e vira uma piranhazinha dessa".... ele continuou me alisando, e ao enfiar a mão entre minhas nádegas, sentiu a pontinha da caneta que já saía... "Caralho, uma caneta enfiada no cú... você é uma piranha mesmo... tão linda, loirinha, gostosa, igual uma boneca, de boa família, do tipo que eu sonhava que casasse com meu neto... mas tão novinha e já é tão putinha".... com cara de nojo e um sorriso de desprezo ele se afastou, e apontou para o selim da bicicleta dele: "Olha só menina, não tô nem aí pra quem você dá sua buceta ou o que você enfia no seu cú.... mas eu não quero essa bicicleta de volta suja de buceta de biscatezinha, eu quero outra bicicleta, ou conto para os seus pais"Eu implorei que não fizesse isso, disse que juntaria dinheiro para comprar outra bicicleta para ele, mas ele (mentindo) disse que precisava da bicicletaeu estava de joelhos, e fiquei de quatro, empinei bem o bumbum, que apesar de ser bem grande, já deixava escapar a caneta, como a ponta de um rabinho de cadelinha, balancei a bunda, e fui andando de quatro até ele...... ajeitei a caneta no cuzinho, com a mão..... cheguei pertinho dele, e comecei a me roçar nas pernas dele, como uma cadela roçando no dono.... fui me roçando carinhosa, dando latidinhos, ele sorria, e notei o enorme volume dentro das suas calças, eu usei minhas mãos para destravar o cinto, e quanto solto, segurei a ponta com a boca, e fui puxando ele, com a boca, dei uma volta, balançando a bunda, como uma cadelinha, com o cinto na boca, fiquei de frente pra ele.... e lhe entreguei o cinto: "por favor tio... me castiga... eu sei que sou piranha, que mereço, não conta para os meus pais, eu vou pagar sua bicicleta"..... ele pegou o cinto da minha mão, e sorriu desdenhoso: "você é tão piranha que gasta seu dinheiro comprando porra de macho, enquanto meninos pagariam pra foder uma loirinha gostosa como você, você é tão piranha que além de dar de graça.. paga pra comprar leite de macho.. como vai me pagar outra bicicleta?"..... sem responder eu fui até o carro dele, me apoiei nele empinando bem minha bunda, levantei a saia...... e fiquei rebolando, com a caneta no cú: "Me castiga vai tio.. sei que você quer, eu sou piranha mas sou gostosa, mais gostosa que sua esposa".... ele se aproximou, tirou a caneta do meu cú e esfregou no meu nariz, para eu sentir o cheiro do meu cú, depois colocou na minha boca, me fazendo chupar, enquanto dava cintadas na minha buceta e eu rebolava: "Que bucetão grande você tem sua piranha.... parece uma éguinha bucetuda, buceta inchada de cadela que tá no cio... tem que ter muita pica pra comer um bucetão desse tamanho"..... "E a sua é muito pequena pra isso né tio?"..... furioso com a provocação ele me puxou com força e me forçou a ficar de joelhos, e começou a esfregar a pica no meu rosto, a bater com ela na minha cara... "Sua piranhazinha, quem te ensinou tanta putaria heim? Se comporta igual uma biscate de rua, vou te mostrar o que é pica de verdade, não aqueles piruzinhos que você chupa na rua".... ele me batia com força, cuspia na minha cara e babava a pica dele esfregando na minha boca..... enfiou na minha boca e me fodeu a boca como se estivesse fodendo a buceta de uma puta.... eu engasguei e quase vomitei sentindo aquela pica de macho na minha garganta..... babei ele todo, enquanto ele apertava meu nariz para me ver sufocar e engasgar..... eu me debatia arrependida de ter provocado ele..... mas ele continuava "comendo" minha boquinha...... até que senti seu pau pulsando na minha boquinha, quase gozando, e ele tirourespirando ofegante: "porra que boquinha pequena e gostosa".... cheia de lágrimas nos olhos, toda molhada da minha própria saliva que saía pelos cantos da boca, aquela pica toda babada, rosada e sufocada..... continuei a lamber ele... lambia a pica, e choramingando lambia o saco dele... que gemia: "porra, você é uma baita piranha mas parece um anjinho loiro chorando, que tesão da porra".... eu masturbava a pica dele, e minha língua foi do períneo até o cú dele, e ele travou mas gemeu gostoso, e eu continuei, passando a linguinha no meio do seu cú, como uma cadelinha lambendo o dono, enquanto ele batia com o cinto nas minhas costas: "Caralho, biscate que lambe até cú de macho, coitado do namoradinho que beijar essa sua boca suja"..... ele ficou com tanto tesão que urrou... pouco se importando que ainda era horário de almoço, em pleno dia, e me jogou no chão dizendo que iria me foder.... eu disse que ele não podia comer minha buceta, que eu iria casar virgem.... ele riu... insistiu: "tomar no cú sua piranha, com essa buceta inchada de égua você não é virgem nunca".... eu insisti que era, e que queria casar virgem... ele deu umas cintadas na minha buceta, que tava enxarcada, fazendo aquele barulho molhado... "Com essa bucetona de vaca ninguém vai acreditar que você é virgem, melhor dar ela logo.... você já chupa e já dá o cú sua puta"...... eu insisti, olhei sério para ele.... e disse que se insistisse eu tomaria aquilo como estupro..... ele então se tocou de que eu falava sério, e furioso começou a melar meu cú com cuspe e com o mel da minha buceta, que ele beijava e chupava guloso, e depois lambia meu cú..... eu disse que daria o cú para ele, em troca da bicicleta..... ele ria:

'Porra tá maluca, você dá o cú em troca de porra, não vale uma bicicleta".... eu séria dessa vez, encarava ele, sem dizer nada, ele riu, e eu enfatizei: "Você é velho e asqueroso tio, nunca iria comer uma menina como eu.... e já tenho marcas o suficiente pra te acusar de estupro.... eu só vou te dar o cú porque tô cheia de tesão, e porque seu piru é bem maior que o dos meninos da rua... mas morreu a dívida da bicicleta entendeu?"... ele vendo que não tinha jeito se sujeitou, caiu de boca na minha buceta como se fosse a última vez que a teria (e era), como um esfomeado.... e eu já no controle da situação, brincava: "Isso seu velho, lambe essa buceta que você nunca vai ter, lambuza sua cara nessa buceta que você vai bater muita punheta pensando o resto da sua vida, mas nunca vai ter... volta para a vaca da sua esposa com o cheiro de buceta novinha, e beija ela assim"..... eu ria debochada, e ele furioso, depois de muito lamber meu cú, meteu nele com força..... eu estava tão excitada, tão molhada, tão babada de tudo que é líquido, e impregnada de tudo que é cheiro e gosto.... que na terceira ou quarta estocada eu gozei me tremendo toda, xingando aquele velho abusado, mordendo minha mão e rebolando sem controle.... ele não aguentou e gozou logo em seguida, enchendo meu cú de porra de homem de verdade (e não do leitinho dos meninos que eu tava acostumadame lembro de ter ficado uns cinco minutos deitada respirando ofegante, tentando me recobrar, enquanto ele me implorava para ir embora logo, que tava correndo risco de alguém chegar, por causa dos barulhos.... eu estava toda babada, suja... com o cú cheio de leite de macho..... me levantei, dei um tapa na cara dele, e o beijei... me arrumei e saí pedalando.... "Obrigada pela bicicleta tio"....

Cheguei na casa do neto dele... lambuzada, melada... com o cú cheio de porra... eu não podia ir para casa daquele jeito, e aquele menino inocente e bonzinho tinha que me ajudar a voltar decente para casa, como a princesinha do papai que sempre fui.

http://www.casadoscontos.com.br/texto/201704815

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