Meu Querido Professor

Abas primárias

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Meu nome é D, tenho 18 anos, 1,63 de altura e 50kg, apesar de ser magrinha tenho coxas grossas e uma bunda um pouco desproporcional pro meu tamanho. Desde o início da faculdade sempre estava a observar um dos professores, chamarei ele de C. C não tem um corpo de ator de filme de ação, mas ainda assim tem um corpo viril, com alguns fios grisalhos e barba por fazer, um sorriso maravilhosamente safado que faz qualquer mulher imaginar loucuras. Comigo não foi diferente, não que eu seja qualquer uma, mas até os garotos da classe admitem que é um sorriso bem malicioso, é o tipo de homem que consegue seduzir sem nem tentar, sua aura um tanto intimidadora me desconcertava e me deixava de pernas bambas facilmente. Eu sempre fui inteligente então consegui entrar na faculdade um ano mais cedo (aos 16 anos), por conta disso não foi muito difícil me sentir atraída por um professor desses, sempre me mostrando uma aluna dedicada e interessada na matéria. Durante as aulas e após a explicação da matéria, C passava nas mesas para verificar como estava o andamento do exercício a ser feito em sala, sempre que ele chegava perto eu não conseguia fazer mais nada, perdia completamente o foco e nós ficávamos apenas conversando, eu só conseguia voltar a fazer quando ele já estava falando com outro aluno, era impressionante a forma com que ele me desestabilizava simplesmente estando por perto. Poderia ser porque eu entrei na faculdade ainda muito nova, já que sempre fui uma filha certinha (por fora), não tive muitos casos e nunca gostei de "ficar", não tive muitas experiências então ainda era virgem, só sabia como era beijar até então. Os semestres foram passando e C sempre dava alguma matéria para a minha turma, eu adorava observá-lo e prestava muita atenção enquanto ele falava, mas muitas vezes perdia o foco imaginando milhares de coisas que eu poderia fazer com ele, ou melhor, que ele poderia fazer comigo. Em uma das matérias dele eu reprovei, não fiquei nem um pouco triste já que poderia observá-lo por mais um semestre, mas dessa vez seria só eu em outra turma completamente desconhecida. Quando fui fazer essa matéria (já com 18 anos) comecei a trabalhar em escritório, por isso sempre ia para a faculdade muito bem vestida e arrumada. Nos dias que eu tinha aula, eu vestia saias justas, as roupas mais bonitas que eu tivesse mas claro, sempre com o bom senso de que eu estava indo trabalhar antes de tudo. Não fiz amizade na nova turma já que os grupinhos já estavam formados e eu só iria um dia da semana, apenas para fazer aquela matéria, no início fiquei triste pois não queria estar sozinha mas logo isso mudou. Eu nem sentia falta de ter alguém pra conversar pois eu podia observar aquele homem, sempre sentava na frente e o olhava com muita atenção. Em algumas aulas, comecei a perceber que nossos olhares se encontravam diversas vezes, C me olhava frequentemente e apesar de amar isso, eu ficava um pouco constrangida, me sentia nua com os olhares dele e na verdade era isso o que eu mais queria, estar nua diante daquele homem delicioso, para que ele fizesse qualquer coisa comigo. Com essa troca de olhares frequente, meu desejo por ele começou a aumentar cada vez mais, talvez eu estivesse me iludindo mas eu não me importava nem um pouco, ao invés de apenas achar bonito agora eu realmente o desejava, comecei a me masturbar pensando nele e gemendo seu nome, os devaneios durante as aulas se tornaram mais comuns do que já eram e apesar de ainda me sentir constrangida com os olhares, aquilo agora me excitava.

Certo dia, eu fui para a faculdade com uma blusinha branca de alcinha, um salto preto não muito alto, saia cintura média/alta preta bem justa, com zíper na lateral então ela tinha uma pequena fenda, não era vulgar (até porque eu ia para a faculdade depois do serviço), ela ficava na altura dos joelhos. Ao final da aula eu estava com uma dúvida, mas preferi esperar a sala esvaziar para tirar essa tal dúvida. Quando havia apenas eu e ele, fiz a pergunta. Ele começou a me explicar o porquê de aquele problema acontecer e deu soluções para resolver isso, mas no meio da explicação ele começou a se aproximar de mim lenta e disfarçadamente, ao passo em que eu me distanciava na mesma velocidade tentando não ficar tão próxima dele pois isso seria bom até demais. C então parou de tentar se aproximar e disse com o mesmo sorriso safado de sempre:

- Por que você está se distanciando? Medo de mim?

- Como assim? Claro que não, professor, por que eu teria medo de você? - eu disse tentando convencê-lo, mesmo que o que eu sentisse de fato não fosse exatamente medo.

- Então chegue mais perto, não vou conseguir te explicar com você longe assim.

Eu comecei a me aproximar, a distância entre nós não era muita então não precisei de muitos passos para chegar perto dele. Assim que dei dois passos ele me puxou pelo pulso e me prendeu em seus braços, pude sentir seu corpo colado ao meu e um forte calor imediatamente se espalhou dentro de mim, minha respiração se tornou mais forte e ele podia sentir o efeito que me causava. Com a mão que segurava meu pulso, ele levou o mesmo para as minhas costas sem me machucar, com a mão que me segurava pela cintura, ele levou meu outro pulso para as minhas costas e conseguiu segurar os dois com uma mão só com facilidade, não que eu estivesse tentando me soltar (claro que não estava). Eu tentei me mostrar sensata e disse com dificuldade:

-Professor?! O que está fazendo? Alguém pode nos ver desse jeito, é perigoso!

Ele com um sorriso malicioso no rosto, aproximou sua boca do meu ouvido me respondeu:

- Então é com isso que você está preocupada? Não se preocupe, sou só um professor procurando a melhor forma de tirar a dúvida de uma aluna.

Na mesma hora eu me arrepiei, ele percebeu e seu sorriso ficou mais safado ainda. C não estava brincando, começou a explicar a matéria falando bem lentamente em meu ouvido, enquanto passava a mão que estava livre pelo meu corpo, passou a mão em meu rosto, pescoço, pelo meu ombro, quando passou a mão em minha cintura, pressionou seu corpo contra o meu e eu pude sentir seu membro enrijecendo, continuou explorando meu corpo com sua mão, mas sem encostar nas partes que eu mais queria. Aquilo foi me enlouquecendo, eu mal conseguia ouvir o que ele falava, só conseguia sentir sua respiração em meu ouvido e seu pênis já duro e pulsante, ele também estava chegando em seu limite. Nossa excitação já era mais que perceptível, satisfeito em ter me enlouquecido ele me perguntou se eu havia entendido a matéria e junto à um gemido eu respondi que sim. Isso foi o suficiente pra finalmente acabar com os joguinhos, ele soltou meus pulsos e me colocou sentada em cima de sua mesa, meus braços enlaçados em seu pescoço e seu corpo entre as minhas pernas, ele pressionava seu pênis contra mim ao mesmo tempo em que me beijava de um jeito suave mas com muito desejo, ele me queria, eu podia sentir que ele me queria tanto quanto eu o queria. Minhas mãos deslizavam por seus cabelos encaracolados e grisalhos, passavam por seus ombros e suas costas. C começou a beijar meu pescoço me deixando totalmente arrepiada, ao sentir sua barba arranhar levemente a minha pele, não pude impedir alguns gemidos de saírem da minha boca, algo que o enlouqueceu mais ainda, ele colocou suas mãos em minhas coxas e foi subindo junto com a minha saia, quando ele estava prestes a abrir o zíper e tirá-la nós ouvimos passos. Rapidamente eu desci da mesa, abaixei minha saia e tentei dar um jeito do meu cabelo, C por sua vez, sentou em sua cadeira para disfarçar o volume em sua calça e passou a mão em seus cabelos, a porta se abriu. Era um rapaz que trabalhava na universidade, responsável por trancar as portas antes de fecharem o lugar. Fiz o possível para parecer natural (não sei se consegui) olhei para meu professor e disse:

- Obrigada professor, acho que entendi, vou tentar quando chegar em casa.

Ele me olhou quase devorando-me com os olhos, sem nem disfarçar e disse:

- Está bem então, se ainda estiver com dúvidas é só perguntar de novo, até semana que vem D.

- Até semana que vem - eu respondi e passei pela porta, cumprimentando o rapaz que nos esperava sair para trancar a sala - boa noite.

O rapaz acenou com a cabeça um tanto desconfiado e continuou na porta esperando o professor se retirar, fui até o elevador finalmente podendo respirar e me recuperar do que havia acontecido, eu não estava acreditando que meu professor tivesse agido daquela forma comigo, estava ansiosa pela próxima aula. Extremamente ansiosa.

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