LEITE COM CAFÉ

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Sou um negro de 24 anos. Adoro sexo. Tanto com mulheres como com homens. O importante é sentir e dar prazer.

Depois de trabalhar a semana inteira, resolvi me presentear com um final de semana de descanso, num hotel-fazenda do interior. Joguei uma camiseta de malha, sem mangas, realçando meus músculos naturais, levemente trabalhados, e uma calça também de malha, folgada, sem nada por baixo, e me mandei pra rodoviária.

Comprei a última janela, pois prefiro o fundão: mais tranquilo, e dá até pra tocar uma punhetinha, caso pinte inspiração.

A saída estava prevista para as 17h e a chegada por volta das 20h30. Fui um dos últimos passageiros a embarcar.

Ao chegar a minha poltrona, um rapazinho estava sentado na do corredor. Branquinho feito neve. Aparentava não mais que vinte anos. Vestia uma bermuda de tecido, folgada; sentado, o pano subia um pouco, mostrando a alvura das coxas e um leve pacote – que imaginei se mexer quando cheguei ao lado dele.

Senti um rápido desejo de foder com ele, mas me pareceu muito na dele, achei que não estava a fim. Pedi licença e passei para minha cadeira; como o espaço era muito apertado, foi inevitável roçar em seus joelhos. Gostei da sensação.

Quando o ônibus deu partida, notei-lhe um pouco inquieto, mas preferi ficar na minha. Adoro ficar provocando, como que despretensiosamente, sem “partir pr'o ataque”. Curto ser “conquistado”. Sequer puxei assunto. Se tivesse que rolar rola, rolaria naturalmente.

O movimento do veículo, as curvas do caminho, e a inércia fazia o resto: vez em quando nossas coxas se tocavam, “sem querer”. Confesso que, algumas vezes, eu me aproveitava do balanço do ônibus para avançar um pouco mais minha perna. Eu o espreitava, disfarçadamente, com o canto do olho, de soslaio.

O braço único entre as duas poltronas era utilizado pelos dois, o que forçava a manter nossos braços juntos, evidenciando o interessante contraste que se estabelecia, em função da visível diferença de cor de nossas peles.

Cerca de uma hora depois, o ônibus chegava à primeira cidade, e boa parte dos passageiros desceu. Alguns que estavam atrás, vendo as cadeiras da frente sendo desocupadas, foram para lá. Imaginei que meu silencioso vizinho de viagem também ocuparia um assento na frente. Mas ele se deixou ficar na poltrona onde estava; enxerguei nisso certa aquiescência velada. Por outro lado, as sombras da noite já estavam tomando conta do veículo, e o restante da viagem seria na semi-escuridão. Quem sabe, então...?!

Eu estava com o pau duro, armando a maior barraca. E, como estava sem cueca, a cabeça da minha rola se desenhava com nitidez sob a malha da minha calça. Tive a leve impressão de que ele notara, pois num momento afundou-se no recosto da cadeira, deixando escapar um gemido baixinho: “ai, ai”... Estava fisgado, pensei. Agora, só aguardar o efeito do veneno.

Depois disso, e cada vez com mais frequência e insistência, flagrei-lhe o olhar parado, mal disfarçado, sobre minha rola, a essa altura nas alturas, e balançando-se ao sabor do movimento do ônibus. Aí não resisti, e sussurrei para ele, tão baixinho que parecia estar falando sozinho: “Quer tocar?”

Como eu esperava, ele ficou paralisado, sem dizer nada, meio ofegante. Eu sabia que, se não agisse naquele momento, o constrangimento cresceria ao ponto de sufocar o tesão, e perderia a oportunidade de um restante de viagem agradável: peguei de leve sua mão e depositei-a suavemente sobre meu pau.

Ele realmente estava a fim, pois logo que pousou sobre minha rola, seus dedos começaram a se mexer, com suavidade, numa carícia deliciosa, fazendo meu caralho inchar-se e endurecer. Eu remexia os quadris, acompanhando as carícias, e me colocando cada vez mais comodamente para seu toque.

Então fui puxando minha calça e trouxe a mão dele para dentro do circo. O contato daquela pele macia e branca sobre minha rola me deixava em brasa. Ele agora me punhetava com a suavidade de uma mão feminina. Eu fechava os olhos, sentindo aquele prazer inusitado.

De olhos fechados, senti algo macio e úmido na ponta da minha rola. Abri os olhos e dei com sua cabeça sobre meu colo e sua boca sobre minha pica, sua língua passeando, meu pau desaparecendo na sua boca. Eu gemia o mais discretamente que podia.

Aproveitando que estava com seu corpo reclinado sobre o meu, passei a carinhar suas costas, e fui descendo minha mão, em busca de sua bunda. Entrei sob sua bermuda, segui seu rego e encontrei seu cu, que comecei a acariciar a entrada e aos poucos enfiando o dedo; ele rebolava dengosamente e fazia pressão, forçando o aprofundamento do meu dedo.

Aproveitei uma das vezes em que arqueou o corpo e puxei sua bermuda para os pés, libertando uma linda pica branca e fininha, mas comprida. E dura, incrivelmente dura. Enfiei mais um dedo no seu cuzinho, e cada movimento que eu fazia, sentia a resposta no pulsar de sua rola, no ar.

Noutro rompante incontrolável, quis sentir o sabor daquela boca deliciosa, daqueles lábios vermelhos naquele rosto branco, com pequenas sardas. Levantei carinhosamente sua cabeça e encostei meus lábios nos seus. Logo nossas línguas se encontraram e travaram prazerosa batalha em nossas bocas, num demorado beijo.

O braço da poltrona que nos separava foi devidamente levantado e nossos corpos se aproximaram, num abraço aconchegante e silencioso. Ele estava ofegante, quando se levantou devagar, e olhando para o corredor do ônibus, certificando-se de que ninguém nos observava, colocou-se na minha frente e foi descendo sua bunda branquinha sobre meu cacete, que ele segurou com sua mão trêmula e direcionou para seu buraquinho. E foi descendo devagar. Eu assistia meu pau escuro misturando-se àquela brancura deliciosa, e sumindo devagar dentro do seu cuzinho, que o engolia sofregamente.

Até que senti sua bunda encostar em minhas coxas. Eu estava completamente dentro dele. Enfiando minhas mãos pela frente de sua camiseta, acariciando seus peitos e cheirando sua nuca, começamos a nos mover, aproveitando o ritmo do ônibus, numa foda louca. Loucamente prazerosa. “Ai, meu viadinho branquinho! Que delícia de cu... Rebola no meu cacete seu fresquinho gostoso... Ai... Isso... Mexe no meu caralho, vai, seu putinho...”

De repente, em meio a todo aquele tesão, o garoto saiu rapidamente de cima do meu pau e voltou para sua cadeira. Percebi que vinha alguém, decerto ia ao banheiro do ônibus, que ficava do lado oposto de onde estávamos, um pouco adiante de nossas poltronas. Por isso não precisávamos nos preocupar em nos recompor, pois o recosto das cadeiras da frente nos protegia. Apenas ficamos quietos, picas duras, respirações rápidas, sentindo o cheiro e o calor um do outro.

O rapaz entrou, mas não trancou a porta, e, num movimento brusco do ônibus, ela se abriu e vimos nitidamente o cara se masturbando. Ele estava tão absorto na punheta que não percebeu que estávamos vendo. Aquilo nos excitou ainda mais.

Meu branquinho, então, voltou a engolir e chupar minha rola, atrevidamente. O barulhinho de sua boca sobre meu pau deve ter chamado a atenção do rapaz, porque ele saiu do banheiro, com a pica dura entre as mãos, e sentou-se numa poltrona ao lado da nossa, assistindo de camarote o sensacional boquete que eu recebia. O ritmo de sua mão sobre a rola aumentou consideravelmente e, em pouco tempo, um jato de porra esguichou, seguido de outros e outros.

Vendo o gozo do cara, e tendo meu caralho todo enfiado na boca do branquinho, que o sugava avidamente, comecei a senti os raios de prazer se formando ao redor do meu púbis, e previ que iria gozar.

Sem muita vontade, tentei retirar minha pica de sua boca, mas ele a segurou e acabei esporrando dentro dela, numa gozada como poucas que havia experimentado até então. Ele foi engolindo todo o meu leitinho, enquanto eu me retesava e gemia descontroladamente.

Ao final, limpou minha rola todinha, com sua língua, deixando-a brilhosa e ainda palpitando os estertores do prazer recém-gozado. Safadamente, ele a pegou e colocou sobre seu rosto, mostrando-a para mim, e sorrindo falou:

– Leite com café!

http://www.casadoscontos.com.br/texto/201705967

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