Jovem Melissa, de anjinho a devassa

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Continuação do conto Jovem Melissa, descobrindo a vadiazinha...

O resto da manhã foi de muito pouca valia, já que o que havia visto não me saia da cabeça, tanto é que larguei meu trabalho e voltei para casa, e mesmo depois de me masturbar três vezes, bastava poucos minutos e meu pênis se enrijecia novamente e nem mesmo um banho longo e frio foi suficiente para apaziguar meu tesão. Perto do meio dia, fui buscar minha filha, Aline, na escola, mas quem eu queria ver era Melissa, e para minha decepção, ela não apareceu.

No carro, interrogava ela sobre sua amiga, tentando parecer sutil, mas creio que só obtive sucesso pois Aline era muito ingênua. Ela disse que na saída, um dos professores solicitara que Melissa fosse até sua sala para ele ter uma conversa com a menina e ainda deu uma alfinetada na amiga dizendo que ela era encrenqueira, pois estava sempre sendo convocada a conversar com os professores.

Normalmente minha filha saia da escola e ia para casa de sua tia, que cuidava dela até minha esposa ou eu sermos liberados de nossos serviços, e em geral era eu, pois minha esposa era workaolic enquanto eu, por ocupar uma função de chefia tinha muito mais liberdade e autonomia. Levei minha filha para almoçar e após alguns rodeios, convenci ela a convidar Melissa que eu levaria as duas para passear. Minha filha, foi e retornou acompanhado da amiga, que agora vestia um vestidinho leve azul decorado com flores desenhadas e uma gargantilha preta, que me fazia pensar devassamente em uma coleira.

Levei as duas ao shopping, onde as meninas passeavam olhando as vitrines e eu, atrás delas as acompanhava, correndo os olhos nas perninhas e na bundinha de Melissa, que arrebitada se pronunciava sensualmente sob a transparência insinuante do vestidinho e também passei a olhar com outros olhos para a bundinha de minha filha, que com uma calça leggin de cotom cinza bem colada, marcava os elásticos de sua calcinha em sua bundinha que apesar de não ser tão deliciosa quanto a de Melissa, era também muito bonitinha. Ver as duas estava me deixando louco, então as convidei para pegarmos um cinema, e como era terça, o cinema estava quase vazio. Minha filha sentou ao meu lado e Melissa ao lado dela, porem aquele arranjo não me agradava, então me levantei, fui buscar refrigerantes, pipocas e doces. Na volta, vim pelo outro lado e me sentei ao lado de Melissa, e no escuro, nas trocas de doces e pegar pipoca, aproveitava e passava a mão discretamente na menina, que não esboçava nenhum estranhamento. Logo pousei minha mão em sua coxa, oculto pelo pote de pipoca que estava no colo da garota e ela se ajeitou para que eu ficasse alizando sua coxinha. Discretamente, puxei a mão dela para cima de mim e ela, sussurrando algo no ouvido de minha filha apertou meu caralho e ficou esfregando sua mãozinha por cima da calça. Parou quando minha filha se ergueu e saiu, mas retornou a apertar e acariciar quando ela se afastou e eu puxei aquela garota em um abraço e beijei-a, como se deve beijar uma mulher. Com a mão, apertava sua coxa, pronunciando minha mão até acariciar a bocetinha dela por cima da calcinha e enquanto fazia isso, mordisquei sua orelhinha e falei que havia visto ela chupar o padrasto, pela janela, de manhã e desde então estava tarado por ela e não sossegaria antes de ver ela mamar meu caralho e ela, muito esperta, me alertou que minha filha estava vindo e eu e ela disfarçamos, mas num sussurro, ela falou em meu ouvido... mais tarde...

Encerrado o filme, voltamos para meu apartamento sempre olhando de relance pelo retrovisor para ver as garotas e Melissa, ciente disso, devassa e provocadora, capturava meu olhar e sorria maliciosamente, e numa dessas, com o carro parado em um congestionamento, e ela percebendo que eu não tirava os olhos delas, puxou Aline para sussurrar algo no ouvidinho dela, e então beijou minha filha, puxando seu rosto contra o dela para garantir que eu, de queixo caído acompanhasse toda a cena, apos aquele beijo, Melissa me encarou através do espelho, sorriu maliciosamente e fez um biquinho como se me mandasse um beijo.

Na porta do prédio, Aline perguntou se a amiga poderia passar a noite ali... eu entrei em choque com o pedido por se adequar a meus desejos, mas minha filha interpretou minha cara como recusa e insistiu, enquanto Melissa apenas me olhava sorrindo. Concordei, e mais tarde, Melissa e Aline, ambas com blusas folgadas e shorts deitavam-se no tapete em frente da TV da sala e enquanto assistiam sei lá que programa envolvendo adolescentes e musicas, trocavam cochichos. Eu e minha esposa conversávamos na cozinha, mas me ajeitei de modo a poder ficar discretamente de olho nas meninas, em seus corpinhos exuberantes e deliciosos. Melissa flagrou meu olhar e ciente disso, atraiu minha filha para mais um beijo, só que dessa vez esfregou as mãos nas coxas de minha menina. As meninas jantaram, e minha mulher insistiu para que elas não ficassem acordadas até tão tarde, já que as duas teriam aula pela manha tomou seus calmantes e se recolheu.

Sentei no sofá, com aquelas duas beldades deitadas aos meus pés e Melissa me fitava com aqueles olhares e um sorriso angelical, para em seguida demonstrar o quão depravada era, acariciando minha filha na minha frente, se curvou e deu um selinho na Aline, que cedeu a seus carinhos, mesmo na minha presença, Melissa beijou ela enquanto alizava as coxas de minha filha. Melissa ditava o ritmo e minha filha estava entregue e eu, atento, sentia meu pênis doer de tão duro. De repente Melissa, se ergueu, e minha filha sorriu para mim, tentando parecer confiante, mas dava para ver que estava nervosa e na verdade a única sob controle era Melissa, que brincava comigo e com Aline a seu bel prazer. Aline sentou em meu colo de frente para mim, me abraçou e me deu um selinho, virou-se para Aline e disse para minha filha se sentar ao meu lado que ela queria nos dois e minha filha obedeceu. Puxei Melissa e esta me beijou ardentemente, enquanto projetava o quadril contra meu membro sentindo em sua bucetinha o quão rijo ele estava. Melissa com uma mão acariciava o rostinho de minha filha, então ela parou de me beijar e puxou Aline e elas se beijavam ardentemente em minha frente e eu não resisti, passei a acariciar as costas de minha menina incentivando-a a beijar a amiga e Melissa, largando ela, fez o rosto dela se aproximar do meu e inseguros a principio, tanto eu como minha filha começamos a nos beijar. E enquanto explorava a boca de minha filha com a língua, Melissa desceu do meu colo se ajoelhando na minha frente, puxou minha bermuda liberando meu membro e ficou brincando com suas mãozinhas hábeis e delicadas. Minha filha, com uma das mãos acariciava a cabeça da amiga, puxando seu rosto em direção a meu pau e a outra mão puxava minha cabeça contra seu rosto. Eu, acariciava aquelas meninas com empenho, e enquanto beijava Aline, acariciava suas costas e sua bundinha.

Melissa era hábil no que fazia, alem de a situação ser altamente enlouquecedora, gozei e a garota, com a boca cheia de porra, puxou minha filha e beijou-a e ambas ficaram, para meu deleite, brincando com meu semêm em suas bocas enquanto eu as acariciava. Logo Melissa havia tirado a blusa de minha filha e se despira da sua, Me ergui, e enquanto as duas se atracavam, retirei o shorts de ambas, e suas calcinhas revelando aquelas xoxotinhas deliciosas e então botei as duas meninas sentadas e enquanto estimulava uma com as mãos explorava com a língua a outra e elas trocavam beijos ardentes e gemiam cheias de tesão.

Nunca havia imaginado que viveria tal loucura, principalmente com minha filha que julgava tão inocente. Depois das duas garotas gozarem em minha língua tentei brincar esfregando a cabeça de meu membro na entrada da grutinha de Melissa, mas essa fugiu, dizendo-me que precisava pedir permissão de seu padrasto antes de dar a bucetinha, que por enquanto era só dele, mas Melissa se ajoelhou, fez minha filha se ajoelhar e então iniciou uma aula de felação para minha filha mostrando a ela como lamber e o que fazer para enlouquecer os homens e enquanto ensinava a Aline que ia devagar, explorando meu caralho, contava como fazia ao chupar seu padrasto, seus professores e funcionários da escola que eram viciados em suas boquinha dizendo ainda a minha filha, para meu espanto, que iria apresentar todos eles para ela, por isso, ela deveria treinar muito comigo, seu “Paizinho delicioso” e ouvindo uma garota tão jovem e de rosto tão inocente falar tamanhas barbaridades, sentindo a língua de minha filha em minha glande, ejaculei novamente e minha filha recuou assustada, recebendo um segundo jato de porra em cheio na bochecha. Melissa se atracou a lamber as faces da amiga e beijar sua boca.

Cai no tapete com as garotas, e ficamos ali. Eu semi nu e elas completamente nuas abraçadas a mim e iluminados apenas pela luz da esquecida televisão ficamos trocando carícias e conversando. O conteúdo da conversa e os acontecidos dali para frente ficam para uma próxima história.

http://www.casadoscontos.com.br/texto/20170215

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