Hellen, Uma paixão que nunca esqueci

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Olá, galera, novamente. Eu toco guitarra e teve um tempo que dei aulas de violão aos finais de semana, pra sobrar um pouco a mais no final do mês. Ao lado da minha casa tem uma igreja evangélica, o pessoal de lá ficou sabendo e formaram uma turma pra aprender, pois os que já sabem tocar por lá não tinham interesse em ensiná-los. Combinamos aos sábados, pela manhã, lá mesmo. Minha casa não caberia tanta gente e não gostava da idéia de leva-los pra lá. Eram 17 pessoas, adultos e adolescentes, homens e mulheres. Mas, uma garota, em especial, me chamava a atenção. Hellen era uma moça linda, inteligente, educada e muito tímida. 1,65 (mais ou menos) de altura, nem magra e nem gorda, seios pequenos (não muito) e perfeitos pra mamar, bumbum lindo, olhos castanho tipo mel... Mais curiosa que os outros, perguntava bastante pra eliminar qualquer dúvida sobre o que eu falava. Os outros pareciam apenas querer tocar logo. Varias aulas, depois, fui ensinando ela mais que os outros, e trocamos número pra conversarmos no zap. Fomos ficando amigos. Ela me mandava músicas que gostaria de aprender a tocar na igreja dela, eu dizia o que achava e acabávamos marcando aulas em outros dias, só nós dois, para que os outros não nos atrapalhassem. Então conversamos bastante e fui charlatando ela aos poucos. Ela sempre levando ma brincadeira, dizendo que não queria se envolver com ninguém, nunca pensou em namoro nem em homens por conta da família e igreja. Com certo tempo, já eramos bons amigos e nos agarrávamos, sem malícia alguma, apenas brincadeiras. Até que certo dia ela me liga e pergunta se posso ajudar ela com um problema na escola, curioso, perguntei o que era. "ah, tem um cara aqui na escola querendo ficar comigo e eu disse que tenho namorado e que ele viria me buscar, mas o cara não larga do meu pé e fica me cercando e falando merda pra mim", disse ela. Então eu perguntei: "uai, moça, mas vc ta namorando agora?" "Não, jamais, mas agora queria que vc viesse me buscar e fingisse que é meu namorado"... Cortei ela e disse que seria legal namorar ela, mesmo sendo de mentira. Mas ia ter que me beijar também... Ela apenas riu e disse que nem pensar. Acabei marcando 30 minutos antes de descer pra ir no colégio dela. Chegando lá vi ela do lado do portão, com algumas amigas, e fui até ela. Ela me mostrou o cara e eu já olhei com cara de quem queria brigar, mas ela me puxou e me abraçou, nem precisa dizer que fui pra beijar ela, que desviou e disse em meu ouvido que não adianta eu tentar me aproveitar da situação. Fomos andando e conversando, pra sua casa. Numa esquina paramos, pra um carro passar, olhamos pros lados e vimos o carinha da escola, achamos estranho mas não demos muita importância. Seguimos. Já próximos a sua casa, avistamos o carinha novamente e resolvemos parar, ficamos conversando e acabei convencendo ela (com muito trabalho) a nos beijarmos pra ver se o carinha ia embora, mas nada. Mas nem liguei muito, apenas fiquei doido com o beijo desajeitado dela, parecia que nunca tinha beijado ninguém! Então chamei ela pra ir lá pra casa, e se o carinha nos seguisse, chamaríamos a polícia. No caminho vimos que ele não nos seguia mais, mas fomos até minha casa. Peguei o violão e ficamos tocando e cantando. Como não toco muito músicas evangélicas, toquei sertanejo e rock pra ela que parecia adorar minha voz. Então conversamos sobre o que fizemos e ela disse ter gostado de tudo, ainda mesmo o beijo. Claro que eu perguntei se ela gostou mesmo ou não quer mais um... Ela, sem jeito, disse que foi o primeiro beijo dela. Eu nem disse nada e já a abracei pra beijar novamente, dessa vez ela apenas fechou o olho e se deixou levar. Então a levantei e foquei seus lábios enquanto a empurrava até a parede. Lá, sem perder tempo, fui passando a mão dos seus cabelos até sua costa, ela apenas me beijava e eu sentia sua respiração ofegante. Comecei a descer mais minhas mãos, passando em sua cintura e sua bunda, sua coxa, durinhas. Ela quis parar por ali, mas a convenci de que não faríamos nada demais. Eu já estava com uma mão dentro de seu sutiã e a outra dentro da sua saia, por cima da calcinha, aperta do aquela bunda durinha e gostosa!!! Ela já gemia e beijava com dificuldade, meche do o corpo e rebolando em meu corpo. Então perguntei se ela queria continuar, pois eu estava muito excitado e queria transar com ela. Ela apenas pediu pra ir pro quarto e apagar a luz. Chegando lá, sentou na cama, com vergonha, mas fui abraçando ela e quando comecei a beijar ela, ela levou minha mão até sua blusa e fomos tirando a roupa dela aos poucos, deixando ela sem nada. Deitei ela e beijei seu pescoço, com uma mão em sua bocetinha que estava inundada. Comecei a beijar seu corpo, mordendo devagar aqueles peitos durinhos e deliciosos, ela apenas gemia e se contorcia. Cheguei a chupar aquela bocetinha linda, lisinha, gostosa demais!!! Ela gozou me apertando a cabeça!!! Com a boca toda melada, subi, direto pra boca dela, que me beijou apaixonada. Perguntei se ela queria me sentir dentro dela, ela disse que sim, mas pra não ir forte. Levantei, peguei uma camisinha e tirei a Roupa. Ela ainda sentia muita vergonha, mas a sentei e a ensinei a colocar a camisinha. Depois, deitados, fui beijando e alisando ela, e coloquei a cabeça na entrada daquela boceta babada! Ela me segurava pela cintura, como quem tem medo de ser invadida de uma só vez, e coloquei a cabecinha aos poucos, devagar. Ela começou a gemer e eu a beijei, fui com calma e com carinho. Ela me agarrou forte e eu fui colocando aos poucos meu pau dentro dela, que disse sentir dor. Mas, eu não parei e continue até entrar tudo, então ela disse que era bom, mesmo com a dorzinha que sentia. A bocetinha dela pulsava, e senti que ela gozava mesmo sem eu mexer. Depois de um tempo comecei a socar devagar, fazendo ela gemer ainda mais, ela parecia ter esquecido a dor, e fui aumentando a velocidade... Não demorou muito pra ela estar gozando de novo, e gemendo ainda mais. Estava entregue a mim, ao prazer. Comecei a bombar forte nela, e ela pedindo pra continuar, tava gozando, tava bom... Tinha hora que eu tirava tudo de dentro e ela empurrava o quadril pra mim e me puxava, estava nas nuvens, parecia querer mais e mais. Então, perro de gozar, pergunto se ela queria mamar meu pau. Ela diz que sim, então eu tiro de dentro dela e fico por cima dos peitos dela, tiro a camisinha cheia de sangue e gozo dela, e coloco na boca dela. Totalmente sem jeito, ela mama sem saber. Eu digo que vou gozar e ela recebe toda minha porra. Não engoliu, mas ficou com ela na boca até eu dizer que se quisesse podia cuspir no chão. Então deito em cima dela novamente, e fico beijando o pescoço e a boca dela, Enquanto a acaricio-a e conversamos. Ela disse que já há alguns dias ficava pensando em mim, me imaginando pelado, beijando ela e amando ela... Nesse dia começamos a namorar, estávamos apaixonados, e transamos muitas vezes, mas escondidos dos seus pais que não aceitariam nem a pau. Ela viciou em sexo comigo, acabava mata do aulas pra ficar comigo, até que fomos descobertos e fomos diminuindo as transas escondidos, até que os pais dela se mudaram e não nos vimos mais. Ela foi a minha paixão mais gostosa e que mais senti falta... Ainda hj penso nela, gostaria de saber por onde anda, se já é casada, se tem filhos...

http://www.casadoscontos.com.br/texto/2017011115

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