Fiz Meu Namorado Me Dar Prazer

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Eu não estava feliz com o meu namorado Miguel. E após muitos anos depois de ter começado a noivar com ele,começei a pensar se não teria sido mais feliz se tivesse recusado quando a minha amiga intrometida praticamente me jogou para ele no aniversário dela de 15 anos.

Uma coisa é certa, os dias que passei com ele depois de um certo tempo haviam se tornado terrivelmente desconfortável. Sofri com o machismo dele e quase não agüentava ter cada passo julgado julgado pelo ciúmes excessivo que ele tinha de mim. Quando saía de casa era ainda pior. Qualquer vontade de sair e curtir era rapidamente aniquilada pelo horror que sentia de escutar todas as coisas indecentes que ele ia falar para mim e eu teria que aturar calada.

o Miguel se tornou pra mim algo como uma tarefa obrigatória que você não deseja realizar,me sentia tão confinada na casa dele como me sentia aprisionada por amar ele mesmo sendo tão grosseiro assim. Ah, no começo foi imensamente excitante saber que ele me escolheu entre todas as mulheres de seu ciclo social para ser sua mulher!Quando fugir de casa para morar com ele,sentia que realmente o amava, por nenhuma outra razão a não ser esta.

Mas a minha empolgação logo cessou e depois fui deixada com sensações bem menos prazerosas. A atenção que o Miguel me dedicava parecia interessante no início, mas, em retrospectiva, já não parecia ter muito a ver comigo. Seus desejos e apetites eram chocantes em tipo e intensidade, prosseguindo fervorosos até serem satisfeitos, para acabar rápido demais, dando em nada. Eu ao mesmo tempo admirava e me ressentia por sua determinação em satisfazer aqueles desejos. Meu instinto e aspiração iniciais em satisfazer ele acabaram se transformando numa tarefa. E assim que a tarefa estivesse concluída, ele se retirava de mim, tanto física, quando emocionalmente. No fim eu estava me sentindo isolada e, às vezes, subestimada. Mas se esses deveres nem chegassem a serem solicitados, eu me sentia ainda pior, inadequada.

Além desses problemas que existiam quando Miguel e eu estávamos juntos, surgiam outros igualmente desconcertantes quando estávamos separados. Em meu tédio, não podia deixar de pensar aonde o Miguel ia e o que fazia quando estava longe de mim. Deixada só, apenas com a internet como companhia, eu me sentia um tanto abandonada. começei a invejar o meu namorado e as coisas que ele fazia, e até as pessoas com quem ele as fazia.

Era muito decepcionante. E eu estava desapontada comigo mesma e todo o restante, por ter feito tudo o que podia para ganhar essa posição de namorada do cara mais popular? Por que eu e todas aquelas mulheres haviam competido tão avidamente por um homem que mal conhecíamos?

Pior de tudo era a minha sensação de inutilidade. estava completamente desnorteada quanto ao que fazer para melhorar minha situação. Eu imaginava ainda gostar dele, mas ele não estava me fazendo feliz.

Certo dia, tudo pareceu demais para suportar e, numa crise de ansiedade,escancarei as portas de casa e sair correndo para encontrar a minha amiga. O sol fez eu retornar para passar protetor solar,então escutei uma canção do Blink-182 que fazia tudo parecer possível e isso me tomou por completo e fui ao encontro da minha amiga. Mas meu desconforto logo atropelou tudo,me forçando a parar e se sentar num banco de praça mais próximo por uma câimbra na perna. começei a chorar desesperadamente.

Subitamente, um som suave e contínuo,começou a ecoar era os passos ao longe da minha melhor amiga a mesma que tinha me empurrado para ele quis bater nela naquele momento mas me segurei. Olhei para ela tentando segurar a minha raiva e ela já estava na minha frente me fazendo perguntas.

-O que te incomoda tanto, Giovanna? -perguntou a minha amiga fazendo cara de chocada com o que via. Furiosa respondi -Não suporto o troglodita de namorado que você arranjou pra mim!

A Brenda ficou espantada não era comum ela falhar fazendo papel de cupido e pela expressão dela essa foi a primeira vez que isso aconteceu. Ela sentou perto de mim e pegou minhas mãos, decidida a achar a solução para tudo isso. Ela não conseguia acreditar que tínhamos mesmo dado errado juntos.

-Diga-me amiga o que a está te deixando infeliz?

Pensei por um instante. Como poderia explicar aquilo? Não era nada específico que estava causando a minha infelicidade. Era algo além do vazio. Então ela se lembrou de como se sentia um objeto somente para uso sexual do namorado. Esta certamente era uma fonte de infelicidade que eu podia identificar claramente.

-Ele só pensa em se satisfazer me usando e depois me larga para sair com os amigos nunca tentou me dar prazer -choraminguei.

Brenda respirou fundo.

-Só por isso amiga? Vc sabe que essa coisa é normal -ela gritou, na defensiva. -Eu estava certa de que ele era o cara certo pra você! -Como é que você se atreve a questionar minhas habilidades?

-Bem, sim, mas viver assim é profundamente chato! -respondi.Brenda caiu em silêncio profundo, estarrecida. O que poderia dizer? Já que ela achava que eu tava com um homem lindo,rico e na visão dela perfeito ? Assim devia tá feliz e não como tava naquele momento visivelmente perturbada ela continuou perplexa então quebrei o silêncio outra vez.

-É como se eu não pudesse ser eu mesma com ele -continuei. -Eu nem me lembro mais quem sou.

-Ah - ela disse. Não podia compreender a relação entre essa reclamação e o meu namorado, mas me conhecia intimamente. Na verdade quase todo mundo me conhecia naquela cidade mas ninguém como ela sabia tanta coisa sobre mim.

-Eu sei o que você deve fazer. Ela disse -, mas preciso lhe dar um aviso: Ser você mesmo é uma atividade arriscada, e quem faz isso tem de ter cuidado para não machucar aqueles que são importantes em sua vida.

Concordei com a cabeça, impacientemente. O alerta de minha amiga era ambíguo demais para me deixar preocupada excessivamente, principalmente porque eu estava tão descontente a ponto de experimentar qualquer coisa nova, apesar das consequências.

Mais tarde, naquela noite, quando o Miguel voltou para casa eu não estava lá,provavelmente começou a me procurar como um louco pela cidade vir ele perder o ar de raiva quando me encontrou em uma balada naquela noite continuei rindo e dançando como se não tivesse qualquer preocupação no mundo. Minha expressão era mais feliz do que ele viu em vários anos, e sua afronta foi temporariamente isolada pelas lembranças da última vez em que eu estive exatamente assim, há muito tempo, no aniversário onde a gente ficou pela primeira vez.

Mas logo depois que formos morar juntos, aquela fisionomia desapareceu de seu rosto, e a expressão franzida tomou seu lugar.

Isto é, até agora.

E, por mais que o meu namorado tivesse desejado voltar a ver aquele semblante no meu rosto, este certamente não era o quadro que ele imaginou. Por que eu estaria ali? Com quem? Como poderia ter vindo até ali sem a menor preocupação com seus sentimentos, ou mesmo um pequeno bilhete para avisá-lo onde estaria, que o pouparia do esforço e agonia das últimas horas que ele passou tentando me encontrar? Ele estava chocado e confuso por seu comportamento surpreendente. Mas sua confusão logo deu lugar à raiva, à medida que ele entrou na aglomeração, em minha direção.

Finalmente ele começou a vir em minha direção. Ao vê-lo se aproximar, meu rosto congelou de surpresa por uma fração de segundo, antes que eu corresse para seus braços. Eu estava ofegante e sorridente ao beijá-lo e sussurrei alegre:

-Aí está você, meu amor! Miguel foi totalmente desarmado por essa saudação.

-Eu queria tanto que você estivesse aqui, e agora você está! -continuei, passando uma das mãos ao redor do pescoço dele, e com a outra peguei a mão para uma dança, na qual ele se viu mesmo antes de concordar. Observei seu rosto com um sorrisinho estranho nos lábios. Parecia estar em busca de algo.

Com esforço ele se livrou do encanto e finalmente perguntou:

-Por onde esteve? -Aquilo pareceu meio insípido, já que eu obviamente estava ali, naquela balada escura. Então, ele acrescentou: -Por que não me disse para onde ia?

-Até alguns instantes eu me esqueci totalmente de você -foi a resposta franca que dei, tão isenta de culpa que tornou impossível que ele se sentisse ofendido.

O Miguel voltou a ficar estarrecido, alternando estados de confusão, choque, irritabilidade e raiva.

-Vou levá-la para casa -anunciou ele,me conduzindo para fora da balada e fazendo eu subir sobre sua moto. Eu fui disposta o bastante, mas não dei uma palavra. Enquanto ele corria em alta velocidade comigo pra casa,me aninhei junto a ele, repetidamente, e apertei os braços afetuosamente abraçando o peito dele. Eu me sentia excitada e viva por estar na moto preferida do meu namorado,à noite, e o fato de roçar contra o Miguel tendo as pernas abertas sobre a motocicleta me atiçava ainda mais. Me sentia como se cada minuto meu fosse para ser aproveitado, vivido e desfrutado. Não

podia deixar que nem um momento sequer se passasse sem que eu desfrutasse de algum prazer.

O Miguel estava tentando se manter indiferente, mas era quase impossível para ele permanecer assim, enquanto me esfregava de encontro a ele de modo tão provocativo. Ele se sentiu como se eu estivesse zombando dele, mesmo assim parou a moto subitamente e me puxou dela. De volta ao território familiar, ele rasgou a minha saia, ciente do que queria e que eu estaria disposta a ceder.

Mas saltei, afastando-me dele, e corri, meio desnuda, rumo à escuridão. O Miguel não podia me ver claramente, mas podia me ouvir alvoroçada, gargalhando como criança.

Eu rodopiava pelos campos. Não sabia dizer o motivo, mas ainda se sentia relutante em ser possuída.

Depois de um momento de choque, ele me seguiu, chamando meu nome em voz alta. Isso me divertia ainda mais, e eu gargalhei mais forte, rodopiando na escuridão. O ar estava fresco em meu corpo, que começou a formigar.

A essa altura,Miguel havia atingido os limites de sua resistência e me chamou novamente, no mesmo tom que um pai aborrecido faz com uma criança levada. Mas eu não dava a menor atenção, prosseguindo com meu modo esvoaçante como borboleta, ao redor de Miguel e de sua moto.

O Miguel percebeu que a única forma de pôr um fim naquele meu comportamento bizarro era me buscar, o que prontamente se propôs a fazer. Ele lentamente adentrou a escuridão agachado, para ouvir minhas risadas e respiração, e meus passos leves, enquanto eu corria. O corpo dele enrijeceu de expectativa. Seu coração batia forte no peito. Subitamente, ele também se sentia muito vivo.

Assim que percebi que o Miguel me perseguia,parei de gargalhar. O ar parou na minha garganta.

Onde estaria ele, exatamente? Estava muito escuro e não havia muitas sombras para discernir as coisas. Um medo infantil me tomava, mas um estra nho tilintar de expectativa foi se acumulando e se sobrepondo ao medo.

A alguns metros de distância,eu podia identificar as sombras mais escuras de um camping. Pensando em me esconder nesse lugar, eu cautelosamente dei um passo na direção das sombras. Por um instante fiquei totalmente imóvel, ouvindo. Saber que meu namorado estava em algum lugar ali, na escuridão, escutando, esperando e me caçando como uma presa causou um profundo arrepio em mim. Eu resistir ao ímpeto de disparar rumo ao camping e dei mais um passo. novamente fiquei ouvindo, mas não havia som algum.

Ergui o pé para dar outro passo.

Porém, mais rápido que uma fera selvagem,Miguel me pegou, me agarrando pelo braço e me puxando

para si, de uma forma que fui de encontro a ele um tanto abruptamente.

Antes mesmo que pudesse assimilar a minha situação e gritar, ele já esmagava meus lábios com os dele.

Meu corpo inteiro tremeu contra o do Miguel, ao sentir meu tremor, ele afastou a boca da minha para

observar meu semblante. Não havia mais raiva nos olhos dele, apenas desejo. Os meus olhos refletiam

esse desejo, então ele me beijou novamente, porém dessa vez com muito mais suavidade.

Dessa vez ele foi mais devagar, primeiro arrumando um lugar para mim, depois retirando as minhas as roupas e, finalmente, tirando as suas próprias. Hesitante, ele colocou a mão sobre mim, simplesmente me tocando e espalhando os dedos para que me acostumasse com as mãos quentes sobre minha carne fresca. Ele percorria as mãos por meu corpo, no início, afagando amavelmente, depois se tornando mais exigente ao redescobrir os lugares que haviam me proporcionado tanto prazer. Ele se debruçou sobre mim e beijou os meus mamilos, enquanto suas mãos se movimentavam sobre minha barriga, descendo até o meio de minhas pernas. Curvei os lábios e gemi. Mas a mão do Miguel subitamente Se tornou brusca e até agressiva ao me tocar brutalmente.

Algo no fundo da minha consciência recuou, depois tomou vida. Não; eu não deixaria passar essa oportunidade! Com ousadia peguei a mão do meu namorado e parei seu toque pouco criativo. Após um breve instante de posse de sua atenção, eu posicionei a mão dele corretamente entre minhas pernas, pressionando as pontas dos dedos naquele lugar particular onde eu sempre quis que ele tocasse. Movia os dedos dele bem lentamente sobre meu corpo da forma mais prazerosa e na medida certa de compressão. Sentir o seu choque inicial, mas ele também não me surpreendeu eminúmeras ocasiões?

Ele deixou que eu guiasse sua mão, procurando a melhor forma de deter seu impulso de me agarrar e, subitamente, percebeu que esteve apenas fazendo tentativas infrutíferas de me tocar ali, no intuito de me penetrar e me tomar como um touro no cio.

Como um hipnotizado, ele estava inteiramente sob o meu feitiço e esperava ansiosamente que eu lhe indicasse ainda mais o rumo de meu prazer. Foi preciso esforço e autocontrole para se conter e me tocar com carinho e gentileza no lugar' onde minha mão pressionava a dele, adentrando a minha carne macia, mas concentrando todas as suas energias naquilo que eu estava tentando te mostrar.' afrouxei a mão e ele se tornou mais habilidoso e me'causou grande sensação quando passou a mover os quadris de encontro à minha mão competente.

Usando as partes mais sensíveis das pontas de seus dedos, o Miguel gentilmente percorreu toda a parte exposta de meu corpo, numa busca vigilante por. pistas de meus segredos. Logo acima de minha fenda macia, ele descobriu um botão em mim que aparentava ser. bem tenro. Ele notou a forma como me arrepiei quando ele me massageou da forma correta, logo acima de onde este começava, num movimento circular, sob a pressão e velocidades exatas. Ele ficou empolgadíssimo ao me ver tremer e balançar sob seus dedos e não podia resistir a deslizar, vez por outra, um de seus dedos para dentro de mim, estremecendo ao sentir minha maciez sedosa e molhada, que era a recompensa por seu empenho.

De vez em quando, em sua impaciência,ele inconscientemente aumentava o ritmo de seus dedos, na ânsia de me levar ao clímax. Mas, a cada vez que fazia isso, eu o trazia de volta à atenção com um suave movimento de minha mão, como lembrete de minha maneira preferida. Cada um desses pequenos incidentes gerava outra onda de excitação a preencher suas vísceras, até fazê-lo pensar que iria explodir. Mesmo assim, ele estava decidido que eu tinha de ser inteiramente satisfeita, e teria mantido essa prazerosa brincadeira por toda a noite, caso eu desejasse.

Entretanto, eu já estava respirando aceleradamente, em pequenos suspiros ofegantes. Havia perdido momentaneamente toda a consciência dele, e pequenas cenas sensuais estavam se passando em minha mente. Enquanto isso, Miguel podia sentir que estava muito próximo de me dar a satisfação que eu sempre dei para ele, portanto, ele depositou toda a sua concentração naquilo que seus dedos estavam fazendo. Ele se forçou a manter um ritmo lento e constante, enquanto as pontas dos dedos friccionavam e circulavam implacáveis sobre o meu corpo dominado. Subitamente ele percebeu que eu havia chegado ao cume de minha excitação e foi preciso todo o seu autocontrole para manter o

ritmo equilibrado até que eu estivesse inteiramente aliviada, mas foi exatamente isso que ele fez. E mesmo depois que eu já havia terminado, ele manteve a mão ali, depois beijou e me lambeu naquele lugar, saboreando a minha suavidade molhada. Eu gemia e me contorcia de contentamento. Porém, desta vez a resistência dele chegou ao seu limite e ele se ergueu, depositando toda a sua rigidez dentro de mim, com uma sensação melhor do que jamais tive. Jamais foi tão macia e suculenta ali, como agora, após todo esse prazer, e ele me segurava firmemente contra si, enquanto me penetrava e tentava desesperadamente segurar o prazer pelo maior tempo que pudesse. Ele não queria que acabasse nunca, mas também não conseguia parar, e chegou àquele ponto de uma liberação extraordinária que passa tão rápido quanto chega.

Depois, Miguel me segurou por mais tempo do que jamais fez, pulsando e gemendo enquanto me apertava contra ele. Foi eu quem me mexi primeiro e ele se afastou resmungando, enquanto eu começava a me vestir. Nos vestimos em silêncio, pois agora estava bastante sonolenta e ele me segurou protetor, à sua frente, no restante da corrida de moto para para casa. Quando chegamos lá, ele me desceu da motocicleta e me carregou até a cama e tirou minhas sapatilhas macias. Depois foi para a cama ao meu lado e nós dois caímos rapidamente no sono.

Na manhã seguinte, acordei sozinha como sempre (pois não era de acordar cedo), mas percebi um colar novo ao meu lado. Isso colocou um sorriso em meus lábios, mas isso foi logo paralisado pela minha lembrança atônita dos acontecimentos da noite anterior. Me perguntava o que o meu namorado teria pensado de meu comportamento estranho. Não me lembrava de afirmações desaprovadoras por parte dele, mas, por outro lado, não houve muita conversa. lembrei de como ele esteve equivocado e da forma como eu o provoquei, resultando nas iniciativas carinhosas e suaves por parte dele.

Continuei a pensar sobre a questão depois de me levantar da cama, e ver ali no chão os meu tênis da Vans. Me abaixei e peguei eles, e uma estranha empolgação correu pelo meu braço para sair de novo. observei o calçado delicado. Era tão lindo e macio que eu não pude evitar calçá-lo para curtir outra vez com a cara do Miguel. E novamente tive uma sensação de experimentar tudo de bom que a vida tinha a oferecer. E, mais uma vez,esqueci de casa e do meu namorado.

Nesse dia eu sentir um forte interesse por compras. Sair passeando pelas cidades e lojas, buscando conhecer as coisas que gostava no mundo, e a forma como me encaixava nelas. Havia tantas coisas intrigantes para me entreter desde que praticamente me casei, e lá estava eu, enfurnada em casa, como uma mulher qualquer, constrangida e temerosa demais para fazer parte de tudo isso. Descobri muitas coisas que não sabia sobre mim,o dia passou voando; quando me dei conta, já era noite.

Quando voltei para casa ele não estava lá sem dúvida ficou me procurando e sorrir por saber que não ia encontrar,mas meia hora depois retorna e descobre que eu já havia chegado e estava num ótimo astral, sorrindo e gargalhando, e nem notei o mau humor do Miguel. Contei a ele empolgadamente sobre meu dia, e as diversas coisas interessantes que vir. Tudo parecia inofensivo e, assim, o humor dele melhorou. Até porque é impossível para qualquer namorado se manter zangado quando a namorada está tão feliz.

Mas Miguel sentia uma ansiedade e inquietação persistentes. Era como se tudo estivesse mudando. Seria para melhor, ou pior?

Ele esticou os braços para mim e me trouxe para si. Passei os braços ao seu redor e o beijei apaixonadamente. Podia senti-lo rígido enquanto ele colocava a mão por baixo de minha blusa, mas subitamente me afastei dele, ofendida por sua impulsividade excessiva. Nossa, era como se ele só precisasse de um pouco de energia.

-Estou com vontade de tomar um banho murmurei . -Você não poderia preparar para mim?

Como ele poderia recusar? Ele seguiu mal-humorado, mas foi preparar meu banho. Vendo a água encher a banheira, ele pensou que ter espuma tornaria o banho mais prazeroso para a gente, já que sem dúvidas ele planejava entrar quando eu estivesse me banhando, e ele adorava a maneira como as bolhas de sabão voavam e grudavam em suas curvas magníficas. Ele cum

priu essa tarefa com bastante facilidade, mas depois deve ter ocorrido que velas sem dúvida fariam com que as, bolhas de sabão reluzissem pelo ar. Acho que esses pensamentos afastaram seu baixo desânimo e ele até estava sorrindo quando entrei no banho. Dei uma olhada para as velas e depois para o rosto dele, e corei quando ele me deu uma piscada. Estaria ele flertando comigo? Meu coração deu um salto.

E mesmo quando tirei meu tênis, ainda estava muito entusiasmada com a atenção do meu namorado para me sentir infeliz.

Talvez pela necessidade de uma tarefa que lhe tirasse a atenção dos membros latejantes, Miguel pegou o sabão e começou a passá-lo em mim, começando por meus pés, lentamente massageando meu corpo, do dedo do pé, passando pelo calcanhar, acariciando suavemente, depois subindo por minha perna e coxa. Fechei os olhos e gemi de prazer. Ele não se apressou com a tarefa, mas percebeu meu desejo de relaxar do dia de raro movimento, também desejando aproveitar a ocasião que estava por vir, Miguel me banhava de forma muito agradável.

Enquanto ele amavelmente me ajudava a relaxar em meu banho, fazia perguntas sobre o meu dia e ouvia atentamente as respostas. A água morna e minha terna gentileza deixaram minhas bochechas rosadas de tanta expectativa. De repente me ocorreu que o meu namorado era infinitamente mais atencioso, charmoso e romântico quando seu corpo me desejava, do que após já ter satisfeito. E, em contrapartida, sua atenção estava fazendo com que eu o desejasse.

Ele ensaboou minuciosamente minhas pernas e pés, e agora ensaboava as minhas partes íntimas. Até então eu vinha conversando alegremente, quando ele tomou um novo rumo que me silenciou. Nossos olhares se cruzaram e sua mão lentamente me lavava em meu local frontal mais íntimo deslizando até a parte de trás, onde também explorou o côncavo, sem parar até que as duas regiões estivessem imaculadamente limpas. Depois ele ensaboou a minha lombar e os seios, os ombros e as costas. Então deixou escoar a água da banheira e ligou a torneira para me enxaguar.

O banho foi tão bem conduzido que o meu coração foi tocado, assim como o restante de meus sentidos. Não foi um banho dado por um amante impaciente, mas por alguém com amor para dar. A atenção dispensada por ele preencheu o meu coração.

Me levantei do banho e fiquei inteiramente imóvel, enquanto Miguel pegava uma toalha grande para secar meu corpo. Eu observava o seu rosto enquanto ele cuidadosamente enxugava minhas curvas e ângulos, dando atenção especial ao espaço entre minhas pernas, com maior suavidade, mas uma meticulosidade que me deixava sem ar. Depois ele dirigiu sua atenção às minhas pernas e pés, ajoelhando diante de mim e pousando cada um dos pés sobre sua perna para secar meus dedos.

Ele subitamente largou a toalha e começou a me acariciar com os dedos. Ainda de joelhos, ele acarinhava a minha pele, tão macia e rosada, e sensível pelo banho. Ele me abraçou com todo carinho e beijou minha barriga, enquanto suas mãos percorriam as minhas costas, num abraço firme, porém amável. Eu tremi.

Segurando meus quadris, o Miguel virou o rosto para beijar o meu abdômen repetidamente, depois mais abaixo, no calor em meio às minhas pernas, mergulhando a língua em busca do lugarzinho do prazer secreto que ele descobriu em mim na noite anterior.

Ele lambeu com firmeza a parte da frente entre as minhas pernas, repetidamente e, ao deslizar a língua, ele agitava a língua dentro de minhas cavidades, passando-a por todos os meus lugares sensíveis pelo caminho. Toda a energia dele estava centralizada naquela parte que eu havia explorado, e parecia que todos os seus sentidos existiam apenas em sua língua, e era como se ele pudesse ver, cheirar, sentir, . saborear e me ouvir.

Por fim, Miguel encontrou o que estava procurando e cautelosamente começou sua busca implacável pelo meu prazer. Ele lançava a língua em golpes e a circulava ao redor do meu pequeno ponto mágico, de maneira lenta e minuciosa. As minhas mãos instintivamente foram para a cabeça dele e os meus dedos se embrenharam em meio aos cachos escuros. Ele podia sentir meus tremores enquanto me tomava, e seu ego se enchia triunfante. De vez em quando ele não resistia em mergulhar a língua no local mais profundo de meu corpo, para saborear meu delicioso conteúdo. Isso fazia com que a gente gemessem de prazer.

Mas subitamente desejei que o meu namorado me acompanhasse em meu prazer. Em minha mente havia idealizado uma imagem e queria experimentá-la com minhas outras faculdades. Então, peguei o Miguel pela mão e o conduzir para a cama. Sem dizer nada,tirei minhas roupas,me desfrutando de seu porte musculoso, depois finalmente o empurrei para cama. Seu corpo estava rígido e tenso, ao ceder à minha vontade. Me posicionei ao lado dele, de forma que não deixasse dúvidas sobre o que eu pretendia. Rolei para o lado e dobrei uma perna o suficiente para se expor para ele, e tomei toda sua rigidez na boca. Ele enlaçou meus quadris e me puxou para seu rosto, colocando a língua em meu centro de prazer, voltando a me lamber.

Nunca gostei tanto de ter o pau dele em minha boca. Havia sido cansativo, no passado, estar sobre ele, tentando satisfazer sem saber se eu deveria fazer mais rápido ou mais devagar, ou quando era o bastante. Agora, eu simplesmente saboreava ao tê-lo em minha boca, e não me preocupava com o meu desempenho, porque subitamente percebi, que era muito fácil fazer com que ele desfrutasse... Dessa forma apenas me permitia ter o prazer dado, por ele, acarinhando-o com minha língua e lábios, maravilhada com sua rigidez masculina. O simples fato de saboreá-lo, deixando por conta dele o movimento de entrar e sair de minha boca como quisesse, me fazia' se sentir extremamente sensual. Eu tinha arrepios pelo corpo quando suas estocadas me forçavam à abrir mais a boca, ou quando o sentia pressionando sua vara no fundo de minha garganta. E durante todo o tempo ele jamais parava de me lamber, fazendo com que quase me perdesse em meio às sensações de tê-lo preenchendo minha boca e garganta, enquanto continuava a saciar suas partes íntimas. Cada vez mais eu mergulhava nele, mesmo passando os momentos de melhor sexo em todo aquele tempo de namoro... Simplesmente perdi a consciência de tudo que não estivesse relacionado ao meu próprio prazer, sensual.

Nossos lábios e línguas nos lambiam e chupavam. as nossas pernas estavam escancaradas, para que os nossos olhos curiosos pudessem olhar lá dentro. A minha pele era para ser tocada; cada parte, cada célula parecia gritar com uma pressão acumulada para alcançar o fervor da liberação. Nesse momento, isso era meu motivo de viver.

Aquilo me percorreu e envolveu. No momento seguinte já havia passado. Mas permanecia um prazer suave e persistente.

Isso era, sem dúvida, o que meu namorado havia experimentado tantas vezes antes; e pensar que me ressentia com ele por isso! Eu havia pensado que estava satisfazendo apenas a ele, mas não! Todo o tempo eu estive em busca de algo para mim mesma, e agora que havia encontrado, entendia perfeitamente por que o Miguel curtia tanto.

Fiquei deitada imóvel, desfalecida, divertindo-me com as sensações deliciosas que continuavam a percorrer meu corpo. Ele ainda não chegou ao seu próprio momento, mas eu sabia que chegaria, e não tinha pressa de fazê-lo chegar lá. Em vez disso,eu saboreava a feliz receptividade que sentia nele.

Miguel se moveu lentamente para me abraçar, beijando o meu rosto, meu pescoço e dando beijos quentes em meus lábios. Meu corpo estava fraco quando ele afastou minhas pernas para descansar no meio delas. Ergui os braços para ele, que me envolveu no abraço com um beijo profundo. Ele se maravilhou com a inacreditável maciez e umidade onde eu o recebi. E pelo seu olhar nem conseguia se lembrar de quando havia se sentido tão excitado. Seu corpo inteiro sacudiu e eu me sentia como se fosse parte dele, como se fosse inteiramente sua. Seu gozo foi mais intenso e poderoso do que ele jamais havia experimentado, realmente trazendo. estrelas para seus olhos.

Miguel não se mexeu por alguns instantes, simplesmente me segurou em seus braços, enquanto continuava me preenchendo. Minha mente revivia. os acontecimentos da noite, detalhadamente, como,' se tentassem revelar um mistério. Uma luz estranha; veio aos meus olhos.

Porque ele nunca havia pensado em atrair meus sentidos, provocando meu corpo para se abrir para ele, em vez de meramente me possuir? Como ele pôde ser tão arrogante a ponto de descartar os segredos de dar prazer ao meu corpo ? Seu próprio prazer aumentara dez vezes com esse modo engenhoso de fusão; sem mencionar que sua masculinidade ia até

o céu quando ele testemunhava o poder absoluto que ele podia exercer sobre minha mente, coração e corpo -não o poder de ter essas partes, mas o poder de excitar e emocionar. Ele me jurou que nunca mais perderia essa parte tão importante e extraordinariamente prazerosa do nosso relacionamento.

http://www.casadoscontos.com.br/texto/201702881

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